




Por meio de recursos da União Européia e do Mercosul, este projeto visa promover políticas e estratégias comuns, garantindo assim o fomento e disseminação das TICs e seu uso eficaz no fomento da Economia Digital no âmbito do Mercosul.






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e-G8: Os gigantes da Internet reúnem-se esta semana em París
Gerson Rolim (director ejecutivo de la camara-e.net y coordinador nacional de Brasil del proyecto Mercosur Digital) fue invitado por el Gobierno del Paraguay para debatir las políticas publicas para el fomento del Comercio Electrónico en America Latina.
La II Cumbre Latinoamericana de Gobierno Digital se desarrollará en Asunción este miércoles y jueves. El evento reúne a expertos en la materia de distintos países y, según sus organizadores, busca instalar el concepto de Gobierno Electrónico.
La cumbre es organizada Unidad Técnica de Modernización de la Administración Pública (UTMAP) y pretende dar continuidad a la I Cumbre realizada en diciembre de 2009, en Buenos Aires, Argentina.
La UTMAP sostiene que el objetivo principal del encuentro es difundir la importancia de la implementación de nuevas tecnologías como estrategia para fortalecer la definición de políticas orientadas a mejorar la gestión de los servicios públicos.
El evento se desarrollará el miércoles 2 y el jueves 3 de junio en el hotel Granados Park de Asunción. Está anunciada la participación de expertos internacionales de países de América Latina, entre ellos Argentina, Brasil, Uruguay, Chile, Colombia, México y República Dominicana.
La participación de Mercosul Digital fue centrada en el fomento de la participación de las PyMES en el Comercio Electrónico transfronterizo (cross-boarder) en el bloque, idea compartida por la representación Argentina, liderada por Eduardo Thill (Subsecretario de Tecnologías de Gestión en Ministerio de Jefatura de Gabinete de Ministros).
No final de fevereiro, foi lançado o Fórum do Comércio Eletrônico do Ministério Público Federal, com intuito de iniciar o debate pertinente aos temas relacionados ao Marco Regulatório do e-commerce no Brasil.
A proposta do fórum possui diversos objetivos, dentre eles se destacam os seguintes:
A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico – camara-e.net, por ser a entidade responsável pelo fomento à Economia Digital em nosso país, foi convidada a representar seus associados neste importante debate envolvendo a sociedade brasileira e o Governo Federal para a construção normativa do Comércio Eletrônico.
Desta forma, os interesses do projeto Mercosul Digital também estarão representados neste importante Fórum, pois a camara-e.net indicou seu Diretor Executivo e Coordenador Nacional do Brasil no Mercosul Digital, Gerson Rolim, como interlocutor.
Finalmente, os Comitês Especiais da camara-e.net merecem destaque pelo excelente trabalho e dedicação demonstrados nos estudos e análises que vem sendo realizados para contribuir com a elaboração da Carta de Princípios do Fórum de Comércio Eletrônico.
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camara-e.net e projeto Mercosul Digital participam da Escuela del Sur de Gobernanza de Internet 2010 (South School of Internet Governance - SSIG)
A Governança da Internet é um tema transversal a todos assuntos relacionados à Internet. Todavia, independentemente de sua enorme relevância no mundo altamente conectado em que vivemos, ainda não existe cursos de capacitação universitários que ensinem a Governança da Internet em sua integralidade.
Segundo a definição elaborada pelo Working Group on Internet Governance (http://www.wgig.org/docs/WGIGREPORT.pdf) a Governança da Internet pode ser retratada como:
“Internet Governance is the development and application by Governments, the private sector and civil society, in their respective roles, of shared principles, norms, rules, decision-making procedures, and programmes that shape the evolution and use of the Internet”.
Seu estudo envolve diversas disciplinas, tais como:
Nesta década a Governança da Internet tem sido discutida em diversas oportunidades:
Neste contexto, os principais objetivos da Escola do Sul de Governança da Internet consubstanciam-se no incentivo a jovens alunos de pós-graduação e doutorado de distintas disciplinas ao debate de temas relacionados à Governança da Internet e sua importância para o futuro da Rede.
Assim, a Escola do Sul de Governança da Internet se faz fundamental para fomentar:
Alfredo Reyes (AMIPCI), Adrián Carballo (Director de Relaciones Institucionales - SSIG), Vanda Scartezini e Gerson Rolim (camara-e.net e projeto Mercosul Digital)
Neste ambiente, a camara-e.net e o Mercosul Digital foram convidados a expor suas iniciativas referentes às ações de Governança discutidas e praticadas no Brasil e no Mercosul. Segue a apresentação de Gerson Rolim, cujo título foi:
Ferramentas de eCidadania e eGovernança:
Ações baseadas no eID & e-Signature no Mercosul para o Suporte à Governança no eGovernment e eBusiness na Região
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Identity Conference was hosted in Abu Dhabi - United Arab Emirates (UAE) - with the institutional support of EIDA, the Emirates Identity Authority on March 9 and 10, 2010.
This annual Gemalto conference has established itself as a major venue in the agendas of Executives involved with Secure Identity and eGovernment Services, allowing them to keep up-to-date on the latest key developments and governments’ projects.
According to Eric Billiaert (Gemalto´s Marketing Communications Manager) “Gemalto is proud to be the ongoing organizer of this important conference, as it has done for past years”. The Identity Conference is an excellent forum for government authorities to discuss, share experiences and exchange views in a dedicated environment.
This year a high profile keynotes team from around the world got together in Abu Dhabi on March 9 and 10. Contributing to the opening keynote session, His Excellency Dr. Ali al-Khouri, Acting Director General of the Emirates Identity Authority will highlight the successful citizen and government ID projects being undertaken in the UAE.
The speakers among whom this year, Tarvi Martens from Estonia, the man who made e-Voting possible for the first time in history, Didier Trutt, CEO of French National Printer (IN), Jacques BUS, Head of Unit, Trust & Security DG Information Society and Media from the European Commission, Gerson Rolim, camara-e.net´s Executive Director and Digital Mercosul Coordinator, prominent speakers from the Emirates, Gulf countries, and Europe were also keys that shared diversity and visions.
Gerson´s presentation in Identity Conference 2010 can be found below. This presentation discussed about the importance of the eID for the evolution of eGovernment and Digital Economy Cross-Border in Mercosul, positioning the eID as a fundamental tool to support the eGovenance in eBusiness.
As showed in the presentation, in our view, the Digital Economy is composed by the following formula:
| Electronic Government + Electronic Trade = Digital Economy |
As long as we have the Digital Economy completely established, we can build the DIGITAL CITIZENSHIP based on the eID.
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Utilização das ferramentas da Web 2.0 para a divulgação de um projeto regional.
Nos últimos anos, o ecossistema do comércio eletrônico brasileiro evoluiu de forma consistente e vigorosa, devido principalmente aos hábitos de e-consumo no Brasil, que privilegiam a aquisição de bens e serviços online de fornecedores situados no país. Enquanto 32% das compras via web na América Latina são efetuadas fora da região (principalmente na Amazon e no e-Bay), 90% dos gastos de e-consumidores brasileiros correspondem a compras realizadas em e-varejistas locais.
A preferência pelo varejo online nacional alavancou o comércio eletrônico brasileiro, que, ao completar dez anos em 2008, atingiu o faturamento recorde de R$ 8,2 bilhões (excluindo a venda de automóveis, passagens aéreas e leilões online). Esse expressivo crescimento anual, da ordem de 45% em média entre 2001 e 2009, colaborou para a criação de gigantes brasileiros do varejo online, como a B2W, mundialmente respeitada por representar 40% do comércio eletrônico do país e, aproximadamente, 20% do faturamento online da América Latina.
Devido ao tamanho e à importância atingidos pelo varejo online, diversos outros setores relacionados à prestação de serviços ao segmento também se desenvolveram, desenhando o robusto ecossistema do comércio eletrônico existente no Brasil. Assim, atualmente o país conta com know-how e excelência em logística digital, webmarketing (ou marketing digital), meios de pagamento eletrônicos, segurança da informação, prevenção às fraudes online, exportação e demais áreas afins à Economia Digital.
Apesar de contar com um elevado grau de maturidade no comércio eletrônico, o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer, quando comparamos a quantidade de e-consumidores com a população do país. Nesse caso, o país com a maior população e-consumidora, em relação à população total, na América Latina é o Chile, com 12,7% das pessoas usando a Internet para compras, seguido por Porto Rico (11,6%), Peru (9,8%), Costa Rica (7,5%), Argentina (5,2%) e Colômbia (4%). O Brasil está em sétimo, com 3,7%, mesmo índice de El Salvador.
Apesar das peculiaridades de cada país latino-americano, uma pesquisa feita pela Pyramid Research estima que o mercado de publicidade online na América Latina deve alcançar US$ 2,6 bilhões até 2013, demonstrando a importância da Internet na economia da região.
Visando aproveitar o importante momento vivido pela Economia Digital latino-americana, surgem projetos regionais de fomento ao comércio eletrônico, como o Mercosul Digital, para viabilizar a troca, entre países vizinhos, do vasto “e-conhecimento” acumulado, além de subsidiar a construção dos alicerces necessários à integração digital do bloco. Essa iniciativa tem suas raízes nas discussões iniciadas em 1998 com a criação do Sub-Grupo de Trabalho 13 (SGT-13) do Mercosul, cujo debate sobre o tema do comércio eletrônico culminou no projeto Mercosul Digital, contando com um aporte de 7 milhões de euros da União Européia.
Assim, o projeto Mercosul Digital, resultado de um convênio entre a União Européia e o Mercosul, em atividade desde fevereiro de 2009, representa um importante e ambicioso conjunto de ações que aproximará digitalmente o bloco composto por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, ao promover o desenvolvimento de projetos tecnológicos integrados em três áreas prioritárias:
- Marcos Regulatórios - tratando regionalmente temas como validade jurídica de documentos eletrônicos digitalmente assinados, fraude online e proteção de dados pessoais, entre outros;
- Certificação Digital - orientada para a produção de padrões e recomendações que atendam a toda a região, tornando as infraestruturas de Chaves Públicas (ICPs) dos quatro países plenamente interoperáveis;
- Comércio Eletrônico – prevendo o desenvolvimento de padrões que possibilitem a universalização da prestação de serviços, bem como o desenvolvimento de estudos que apontem as melhores práticas para a área, considerando a proteção ao consumidor, logística, canais de exportação, mercados potenciais e câmaras de arbitragem, entre outras iniciativas.
No âmbito da divulgação de suas informações e realizações, tanto aos governos, como à sociedade civil como um todo, o projeto Mercosul Digital, focado no aprimoramento da economia digital sul americana, demonstra sua coerência e preocupação na utilização massiva do Marketing Digital como ferramental primordial, não apenas pela sua grande eficácia e menor custo, mas também por fazer parte de seu papel fomentar o uso e a evolução das novas mídias na região.
A espinha dorsal da estratégia de comunicação via Internet, lançando mão de todas as iniciativas web 2.0, está baseada no blog do projeto Mercosul Digital (http://mercosuldigital.blogspot.com/). Em menos de um ano, a ferramenta já se consolidou como um excelente canal de divulgação, apresentando números interessantes:
- quatro blogueiros ativos;
- 69 artigos publicados (em espanhol, português e inglês);
- mais de 45 notícias publicadas na Internet sobre o projeto;
- PageRank 5: uma das principais métricas de medição para da importância do site para os motores de busca;
- mais de 8.192 visitas únicas;
- mais de 14.172 páginas visitadas;
- visitas recebidas de todos os continentes.
Além do blog, a estratégia de webmarketing do projeto Mercosul Digital também conta com uma área de divulgação de fotos e imagens, ou seja, um Fotoblog baseado no Flickr (http://www.flickr.com/photos/38067089@N04/). Esse espaço divulga, via web, a galeria de fotos do projeto, com imagens dos eventos, entre reuniões de coordenadores e a primeira ação prática, o Ciclo MPE.net, evento para o fomento da entrada das Micro, Pequenas e Médias Empresas no comércio eletrônico, realizado em parceria com a camara-e.net, os Correios e o Sebrae.
O marketing digital do projeto ainda disponibiliza um canal de divulgação de vídeos, o Videoblog (http://www.youtube.com/user/mercosuldigital). Esse canal de vídeos digitais, baseado no YouTube, proporciona aos entusiastas do projeto uma participação ativa em seu desenvolvimento. Nesse espaço, serão publicados todos os vídeos gerados pelo projeto (entrevistas, eventos, e demais conteúdos).
Para a divulgação de pequenos informes diários sobre suas ações, o Projeto Mercosul Digital utiliza o Twitter (http://twitter.com/mercosuldigital) como canal de comunicação rápido e objetivo. Apenas oito meses após o lançamento, o canal já demonstrava um excelente potencial, com 237 microposts em espanhol, português e inglês e 1.110 seguidores, de empresas dos mais diversos segmentos, tamanhos e países.
Por fim, a Wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_Mercosul_Digital) é utilizada como canal de divulgação para um detalhamento de seus conceitos, atividades e objetivos, proporcionando maior compreensão e assimilação dos objetivos, missões e valores pertencentes a essa ação de âmbito internacional.
Informações levam empresário a aderir ao Comércio Eletrônico.
Wellington de Castro é proprietário de uma oficina mecânica e loja de autopeças em Taguatinga, a Mekatronik Serviços Automotivos. No mercado há três anos, ele compra peças pela Internet até no exterior. O empresário reconhece a força do Comércio Eletrônico e sempre teve vontade de participar dele não só como comprador, mas também como vendedor. O que faltava era informação. Isso até ele participar do Ciclo MPE.net 2009 – Ciclo de Seminários de Comércio Eletrônico para Micro e Pequenas Empresas, realizado em Brasília em 29/10/09, e receber as orientações necessárias para levar sua loja para o mundo virtual.
O seminário faz parte do Roadshow nacional, promovido há 06 anos pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), em parceria com o Sebrae, os Correios e o projeto Mercosul Digital, que percorre o país estimulando a inserção das micro e pequenas empresas no Comércio Eletrônico. Durante as palestras são apresentadas ferramentas de marketing e de logística que possibilitam a utilização da rede mundial de computadores como um poderoso instrumento de vendas sem a necessidade de grandes investimentos de recursos.
Depois de conhecer os conceitos, ferramentas e estratégias fundamentais para o sucesso do empreendedorismo na Internet, o empresário ficou convencido de que é um meio seguro de fazer negócios e que é completamente viável participar do comércio virtual. "A venda no balcão é limitada. É restrita a um grupo pequeno de consumidores. Na Internet posso aumentar substancialmente meu volume de vendas e o faturamento da empresa e, ainda, divulgar os serviços da oficina", afirmou.
O empreendedor já começou a colocar em prática os ensinamentos, já está fazendo algumas modificações no site da empresa para adaptá-lo para as vendas e começa a se preparar para abrir novos mercados e fazer negócios pela rede. "Possuo peças difíceis de ser encontradas no mercado e vou disponibilizá-las na Internet como atrativo para loja", disse. "Quero começar 2010 já participando do Comércio Eletrônico", garantiu.
Desde que começou a fazer compras pela Internet, Wellington já chegou a fazer pagamentos de produtos que não recebeu e a experiência o deixava inseguro para participar do comércio eletrônico. Isto até receber orientações precisas sobre pagamento online que, segundo avaliou, vão lhe garantir fazer compras mais seguras pela Internet. "Aprendi a identificar se a loja existe e se o vendedor é idôneo. O conhecimento disponibilizado vai me ajudar a me precaver também como comprador", disse.
Assim como Wellington, cerca de 200 empresários de micro e pequenas empresas da capital receberam informações sobre temas variados:
"Pra mim tudo era novidade, então fiquei em todas as palestras e aproveitei ao máximo todas as informações oferecidas", declarou. Depois do que ouviu, Wellington decidiu procurar o Banco do Brasil para buscar mais informações sobre importações e exportações, que é uma área de interesse do empresário, e o Sebrae no Distrito Federal para ajudá-lo a implantar os ensinamentos que o farão abrir sua loja para o mundo.
A Terceira Cúpula Brasil-União Européia aponta para o reforço da cooperação entre os dois blocos. Os investimentos em TICs e a transferência de knowhow neste cenário estiveram em discussão.
A declaração conjunta, assinada pelo presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, pelo primeiro-ministro da Suécia, Fredrik Reinfeldt, na qualidade de presidente do Conselho da União Européia e pelo presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso, destaca o apoio aos países em desenvolvimento como dos focos para os próximos anos. Brasília e Bruxelas concordaram que "a alocação de substanciais recursos financeiros e tecnológicos, bem como capacitação, será crucial para o processo de mitigação e adaptação nos países em desenvolvimento e reconheceram que um pacote financeiro robusto, incluindo vigorosas disposições de financiamento público internacional por parte dos países desenvolvidos, será fundamental para o sucesso da COP-15".
Neste aspecto, foram enaltecidos os resultados do II Diálogo Brasil-CE sobre Sociedade da Informação, realizado em Brasília, em 10 e 11 de setembro de 2009, que discutiu políticas e estruturas regulatórias para acelerar a transformação em direção à economia digital e preparou o caminho para o lançamento de editais conjuntos na área de tecnologias de informação e comunicação (TICs) em 2010.
Leia a íntegra do documento: Declaração Conjunta divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil.
Relatório sobre a Competitividade Digital evidencia a importância da Sociedade digital na Europa
O relatório da Comissão Européia sobre a Competitividade Digital (Digital Competitiveness report), publicado em 04/08/09, mostra que o Setor Digital da União Européia (UE) fez fortes progressos desde 2005. Por exemplo:
No caso dos jovens de 16 a 24, público internauta mais ativo, os resultados são os seguintes:
Especificamente com relação ao consumo de conteúdo digital via Internet, a pesquisa demonstra que o cenário é promissor, embora a “geração digital” ainda pareça relutante em pagar pelo download ou pelo acesso online aos conteúdos como vídeos ou músicas:
Segundo a Comissão Européia, estes dados posicionam a Europa no primeiro lugar do ranking mundial de acesso à Internet em banda larga.
Além disso, apresentando um número de assinantes de telefonia móvel superior à quantidade de habitantes (taxa de penetração de 119%), a Europa é o primeiro continente do mundo verdadeiramente “móvel”.
Na visão da Comissão Européia, a população jovem, “hard user” de tecnologias digitais, deve liderar a adoção destas inovações nos ambientes de negócios, impulsionando o crescimento do mercado nos próximos anos.
Conforme exposto no relatório, está claro para o bloco europeu que a Economia Digital é essencial para que a Europa recupere da atual Crise Econômica de um modo sustentável. Segundo Viviane Reding, comissária européia responsável pela Sociedade da Informação, “A economia digital européia dispõe de um formidável potencial para gerar grandes receitas em todos os setores, mas, para converter esta vantagem em crescimento sustentável e em novos empregos, os governos devem mostrar capacidade de liderança, adaptando políticas coordenadas que eliminem os obstáculos aos novos serviços”. Viviane acrescenta ainda que: ”Devemos aproveitar a oportunidade oferecida por uma nova geração de europeus que em breve ditará as regras em nosso mercado. Estes jovens utilizam intensivamente (hard users) a Internet, além de consumidores muito exigentes. Para realizar o potencial econômico destes "nativos digitais" precisamos facilitar e popularizar o acesso aos conteúdos digitais.”
UE destina 31,6 milhões de euros à cooperação com Mercosul
e AL em Sociedade da Informação.
A Comissão Européia destinou recursos da ordem de 31,6 milhões de euros (equivalentes a cerca de R$ 88,4 milhões) a serem investidos em dois programas de cooperação com o Mercosul e a América Latina na área da Sociedade da Informação, quais sejam:
O Programa @LIS2 conta com um financiamento de 22 milhões de euros (aproximadamente R$ 61,6 milhões) da Comissão Européia a serem aplicados entre 2009 e 2012, e tem o objetivo de estimular o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação na América Latina numa série de áreas como as da educação, saúde, administração e ciência.
Esse programa será implementado em cooperação com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) para o apoio ao Plano de Ação eLAC 2010, com o Foro Latinoamericano de Entidades Reguladoras de Telecomunicações (REGULATEL) para o diálogo entre agências reguladoras de telecomunicações e com a Cooperação Latinoamericana de Redes Avançadas (CLARA) para a interconexão entre redes de pesquisa e educação.
Já o Programa Mercosul Digital contará com recursos da Comissão Européia no montante de 7 milhões de euros (cerca de R$ 21 milhões) a serem investidos com o objetivo de apoiar o desenvolvimento da Sociedade da Informação no bloco do Cone Sul.
Trata-se de um ambicioso conjunto de atividades propostas pela Rede Especializada em Ciência e Tecnologia do Mercosul (Recyt), que lidera o projeto Escola Virtual, e pelo Subgrupo de Trabalho Nº 13 (SGT13 – Comércio Eletrônico), que engloba três grupos de atividades de fomento à Economia Digital: questões regulatórias, certificação digital e comércio eletrônico.
A coordenação geral do projeto está a cargo do Brasil, através de uma Entidade de Gestão, instalada na Rede Nacional de Pesquisas (RNP), a qual será financiada pelo governo brasileiro (cerca de 5% do valor total do projeto). Para sua execução, o Ministério da Ciência e Tecnologia e a RNP mobilizarão inúmeros parceiros brasileiros do governo e de entidades e empresas privadas, em especial o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI/PR), o Comitê de Comércio Eletrônico do Ministério da Justiça, a camara-e.net e os Correios.
Com a implantação do Mercosul Digital, iniciada em fevereiro passado, a expectativa é de que as empresas brasileiras venham a ganhar, nos próximos meses, acesso facilitado aos consumidores dos países vizinhos. A principal vantagem para os empresários brasileiros é que o comércio eletrônico é muito mais desenvolvido
no país do que nos demais mercados da região. O projeto pode beneficiar, em particular, um grande número de pequenas e médias empresas, que ganhariam acesso ao exterior a um custo relativamente baixo.
Atualmente, no Brasil, 90% das compras on-line feita por brasileiros
se realizam em sites brasileiros. No resto da América Latina, 40% das
compras são feitas no eBay e na Amazon. Dados de 2007 sobre vendas online na região indicam um montante de US$ 10,9 bilhões, com o Brasil representando 44,9% do total e a Argentina 7,5%. Paraguai e Uruguai, países onde o comércio eletrônico ainda é incipiente, entraram no bloco de “outros”, com 1,9% do total.
Mais informações no Boletim Euro Notas – Boletim informativo da Delegação Européia no Brasil (ano 2 nº3) - http://www.delbra.ec.europa.eu/pt/euronotas/EURONOTAS_200905.pdf
Segundo a Pyramid Research, grande adoção de Netbooks será positiva para os serviços de Banda Larga Móvel Na América Latina
O aumento nas vendas de netbooks nos próximos cinco anos resultará no crescimento da demanda por serviços de Banda Larga Móvel e abrirá novas oportunidades para as operadoras de telefonia móvel, já que a tendência é os consumidores atrelarem o uso desses laptops ultracompactos de baixo custo à banda larga móvel, de acordo com um estudo feito pela consultoria Pyramid Research.
Segundo a análise, os netbooks contribuirão para a maior adesão à Internet em Banda Larga nas camadas sociais mais baixas nos países emergentes, se tornando uma importante fonte de receita para as operadoras, que criarão novos serviços de banda larga.
Um dos novos serviços deve ser a “Banda Larga Móvel pré-paga”, modalidade de serviço que algumas operadoras no Brasil já estão oferecendo e que tende a alcançar uma grande demanda, principalmente entre a populção de baixa renda.
"Os netbooks trarão um impacto positivo para as operadoras, que já poderão obter mais receita com os serviços de Banda Larga", afirmou Cristiano Laux, gerente de pesquisa da Pyramid.
Segundo ele, nos países de baixa renda das regiões da Ásia-Pacífico, da América Latina e da Europa, Oriente Médio e África (chamada de EMEA), a maior parte do impacto incremental nas vendas de netbooks será percebido apenas quando o preço dos equipamentos diminuír para menos de US$ 350, o que é esperado para acontecer até o final de 2009.
O estudo aponta que os fabricantes de computadores não estão satisfeitos com a canibalização e a pressão sobre os preços dos laptops tradicionais gerada pelos netbooks. "Por enquanto, eles estão aceitando conviver com a ameaça, temendo que, sem netbooks, a recessão que atingiu as vendas de computadores seja mais intensa do que está sendo", avaliou Laux, deixando a entender que isso deve mudar no longo prazo.
La Red Innova es el primer encuentro de innovación y tecnología para los mercados de habla hispana y portuguesa. Reunimos a los líderes de la internet iberoamericana con sus pares de Europa, Estados Unidos y Asia para compartir experiencias, ideas y proyectos - http://laredinnova.com/ Durante dos días los asistentes vamos a compartir, intercambiar y crear iniciativas, para aprender, inspirarnos, crecer y progresar. Lo haremos a través de una serie de conferencias y sesiones participativas.
Queremos, junto contigo, reinventar el concepto de encuentros y eventos, creando un ambiente distendido donde todos podamos sumar y participar. Para lograr este objetivo, el encuentro no consistirá en una serie de conferencias sin relación entre ellas, sino que tendrá un hilo conductor que responde a las siguientes preguntas:
¿Cuál es la situación actual y cómo han cambiado los consumidores y el mercado? ¿Cómo está afectando la tecnología a las distintas industrias y cómo afrontar el cambio? ¿Cuáles son las nuevas tendencias y cómo conseguir capital para implementarlas?
Entre otros temas compartiremos:
1. Casos de éxito en los mercados de habla hispana y portuguesa, como Mercado Libre, Tuenti, Buscape, Edreams, Sónico y OLX. Sus fundadores nos explicarán cómo lo han hecho y qué errores cometieron y debemos evitar. Compartiremos las experiencias de los más influyentes bloggers de la región, como Enrique Dans, Julio Alonso, Eduardo Arcos, Mariano Amartino y Yoani Sánchez.
2. Nos concentraremos en las nuevas tendencias y cómo utilizarlas: cloud computing (Tariq Krim, Netvibes, Jolicloud), open source (Openbravo), on line tv, conceptoFON (Martín Varsavsky), evolución de las redes sociales (Facebook) y la publicidad on line (Chris Marriott, Acxiom Digital). Y cómo todas estas tendencias estan en nuestros móviles.
3. Nos interesamos por los cambios que trae la tecnología a la política, las energías renovables y la nueva relación entre consumidores y marcas. Estudiaremos también el exitoso modelo de Israel (Yossi Vardi, Ehud Levy) para impulsar la constante innovación, creatividad y creación de empresas.
4. Nos centraremos en aprender dónde y cómo están invirtiendo los fondos de capital de riesgo (Adara, IG Expansión, Balderton Capital), y qué está sucediendo en Estados Unidos y Europa, con especial interés en los países escandinavos (Morten Lund y Ola Ahlvarsson), siempre líderes en tendencias y tecnologías innovadoras. Y descubriremos cómo ser los primeros en implementar estas iniciativas en nuestros mercados.
5. Tendremos la oportunidad de conocer las 15 empresas más innovadoras de Iberoamérica, seleccionadas por Endeavor.org. En nuestra sección paralela, presentarán sus empresas a la audiencia, y a un destacado jurado de inversores y empresarios.
6. A su vez conoceremos emprendedores sociales, que están utilizando la tecnología para generar un impacto positivo en su comunidad.
Si te interesan estos temas, eres bienvenido a participar y sumarte a la comunidad de La Red Innova. El evento del 17 y 18 de junio en Madrid no es nuestro objetivo final, sino solo el comienzo de la comunidad La Red Innova.
Mantente atento porque iremos actualizando. Si necesitas más información, o tienes ideas y sugerencias, estamos encantados de escucharte. Utiliza por favor el formulario de contacto.
A partir de la década de los ’90 las telecomunicaciones empezaron a copar las agendas de los gobiernos de América Latina, aunque de forma precaria -y de acuerdo a las tecnologías de la época- las medidas apuntaron a la apertura de los mercados y a permitir el ingreso de nuevos servicios.
El 17 de mayo se celebra el Día Mundial de las Telecomunicaciones y de la Sociedad de la Información y en ese contexto la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal) señaló la necesidad de aumentar el uso y acceso a las tecnologías de la información y las comunicaciones (TIC), capacitar a los usuarios, y generar aplicaciones y contenidos, por su impacto para el desarrollo y la inclusión social.
Es que los Gobiernos han tomado conciencia respecto de los beneficios que las telecomunicaciones son para el crecimiento de sus economías y el desarrollo de sus países. El desafío es ampliar la cobertura, mejorar el servicio y reducir la brecha y aumentar la inclusión de los sectores de menos recursos. En esos sentidos, pese a los avances y las inversiones que se realizan en el sector, aún quedan tareas pendientes, tanto en recursos como en el ámbito regulatorio.
Para Mario Cimoli, jefe de la Unidad de Innovación y Tecnología de la División de Desarrollo Productivo y Empresarial de la Cepal, “la mayoría de los países de la región ya tiene este tema dentro de la agenda pública. Sin embargo, los grados de avance son bastante heterogéneos, ya que mientras en algunos países se están implementando reformas específicas en materia de uso del espectro, numeración, portabilidad numérica. En otros recién se está discutiendo cómo enfocar estos temas” explicó a AméricaEconomía.com.
Los avances. América Latina ha realizado importantes esfuerzos en el desarrollo del acceso a las TIC, lo que se ha notado principalmente en la penetración de telefonía móvil, no obstante, “a pesar de estos esfuerzos, la brecha digital se incrementa cuando hablamos de tecnologías más avanzadas, como por ejemplo Internet de banda ancha, cuya tasa de penetración en la región es de 3% de la población versus 22% un en Europa”.
Y explicó que por sus diferentes niveles de desarrollo, los países de la región muestran bastante heterogeneidad en cuanto al acceso a las TIC. A 2007, según datos de la Unión Internacional de Telecomunicaciones (UIT), los países de América Latina que presentan mayores niveles de penetración de servicios de telefonía fija, móvil e Internet son Brasil, Chile, México y Argentina.
En cuanto al nivel de penetración de banda ancha estos países registran tasas de 4% para Brasil y México, y 8% y 7% para Chile y Argentina, tasas por encima del promedio regional.
“Al interior de los países, la brecha digital se hace más preocupante. Esta brecha es determinada por condiciones socioeconómicas, tales como el nivel de ingresos y la educación, así como por aspectos de ubicación geográfica”, explicó el experto.
Según datos del Observatorio para la Sociedad de la Información en América Latina y el Caribe (Osilac) de la Cepal, el acceso a Internet en los hogares del segmento más rico de la población supera en 30 veces al acceso del segmento más pobre (en 11 de 14 países para los cuales se dispone de datos). Por ejemplo, en el caso de Brasil en 2007, en el quintil 5, el 52% de los hogares posee Internet, en contraposición con el quintil 1 que apenas alcanza el 2%.
El promedio de acceso a computador en los hogares de áreas urbanas es nueve veces más alto que el acceso a computador en los hogares de zonas rurales. Por ejemplo en Perú la tenencia de computador en los hogares urbanos es de 21% en 2007, en tanto que en los hogares rurales esta tasa alcanza el 1%.
Según el ranking de infraestructura 2008, realizado en conjunto por AméricaEconomía Intelligence y la consultora CG/LA, los puntajes en telecomunicaciones mejoraron en forma significativa en todos los países. Aunque los resultados siguen siendo dispares, mientras Brasil, Chile y Colombia lideran los conteos, mucho más abajo están países como Bolivia y Ecuador.
El rol del Gobierno. Las telecomunicaciones es el sector de la infraestructura que presenta mayor participación de privados. “Tiene un rol fundamental en el desarrollo, ya que es el actor que realizada inversiones significativas, tanto en el despliegue de infraestructura como en la investigación y desarrollo de nuevas tecnologías y servicios”, explicó Simoli.
Sin embargo, detalló que la tendencia parecería ser la liberalización de mercados y la eliminación de barreras artificiales de ingresos a los mismos, privilegiándose las políticas de competencia. Asimismo, la implementación de políticas de acceso compartido en las zonas en las que por condiciones ya sea de oferta o de demanda se requiere de una intervención más directa del Estado.
El Estado ha adoptado más bien un rol complementario al del sector privado y orienta sus actuaciones principalmente a la supervisón y regulación de la provisión de los servicios. “Hay zonas rurales en las que existen importantes limitaciones tanto de oferta como de demanda, que limitan el acceso a los servicios de telecomunicaciones. En tales casos, se plantea la posibilidad de la intervención pública para el financiamiento directo de infraestructura y provisión de servicios”, agregó el experto.
En esa línea, las políticas públicas adoptadas en telecomunicaciones tienen dos aspectos, por un lado las políticas regulatorias y de competencia, y por otro lado las políticas públicas asociadas al tema de acceso universal, que buscan principalmente promover el acceso equitativo de la población a estos servicios.
Según precisó Cimoli, respecto al segundo aspecto “muchos gobiernos de la región están trabajando en la revisión de sus políticas en cuanto a la redefinición de los servicios a los que se busca tener acceso, y al establecimiento de mecanismos de financiamiento para la provisión sostenible de los servicios en sectores vulnerables de la población”.
Y agregó que la tendencia en el sector de las telecomunicaciones es la del despliegue de redes de nueva generación e implementación de servicios convergentes que utilizan a Internet como principal plataforma. Sin embargo, la crisis económica mundial, podría ralentizar la implementación efectiva de las mencionadas redes y servicios.
Cimoli es categórico: “La evolución del sector dependerá en buena medida de la situación y salud financiera de las empresas del sector y de las políticas públicas que se adopten en esta materia”.
First of all, we should take in account CIA’s Mapping the Global Future Report (http://www.foia.cia.gov/2020/2020.pdf), prepared by the National Intelligence Council – NIC (www.european-security.com/index.php?id=5044) that situates Brazil as one of the world’s new superpowers 11 years from now.
Still according to this report, the world’s geo-economical landscape will be totally different because of a group of six new emerging power countries composed by Brazil, Russia, India, China, Indonesia and South Africa. A good example of this new reality is that Brazil’s economy will be bigger than all European countries economies.
Moreover, China, India and Brazil will host the main bases of the multinational corporations by 2020.
Furthermore, Goldman Sacks sad that the new superpower countries block BRIC (Brazil, Russia, India and China) will be economic stronger than G7 by 2040.
Privatizations and liberalization in the 1990s attracted major inflows of private investment into the telecommunications sector, leading to an increase in fixed-line density from extremely low levels (although these remain low by international standards).
Growth of fixed-line penetration has tailed off in recent years, as cheaper mobile technology has become the major driver of increased telephony penetration among low-income users. Income is highly skewed in Brazil, and fixed-line services are accessible only to higher-earning groups. Mobile-phone penetration overtook fixed lines in 2003 and continues to experience dynamic growth, spurred by the availability of cheaper handsets (most of them manufactured locally) and the introduction of pre-pay contracts in 2001.
Brazil is by far the largest Information Communication and Technology (ICT) market in Latin America, with an industry producing computer and telecoms equipment worth over US$ 30 billion. Government policy proactively encourages the development of new technologies. Computer penetration has multiplied many times from a very low base in the past five years, and Internet penetration has also risen strongly, although both remain low by international standards.
Still Regarding the ICT scenario, the emerging Latin America countries are already positioning themselves as an outstanding choice for the new Offshoring concept called Nearshoring[1]. America Economia magazine (www.americaeconomia.com) published an interesting article about this subject, situating São Paulo City as the 2nd better place in the world for Offshoring (or Nearshoring), if the main focus are not only cost, but qualified workforce and sophistication.
Brazil is one of the most promising countries for Internet development. It has the largest market for e-commerce of goods and services in South America and is also the most important advertising online market in the region.
Finally, Brazil is doing very well concerning the Return on Investments of Foreign Investors[2], because, in the last 10 years, the average Return on Investment (ROI) in this scenario in Brazil was around 26.4%. Showing that invest in Brazil is clearly profitable. Besides, Brazil doesn’t restrict the profitability transfer to the multinational headquarters.
[1] Nearshoring – An offshoring evolution that focuses in value added services. In this scenario the geographic cultural proximities between the customer and the provider are extremely important.
[2] Foreign Direct Investment (FDI) – This is an UNCTAD’s Index that measures the amount of investment money a country receives from abroad
(http://www.unctad.org/Templates/StartPage.asp?intItemID=2527&lang=1).