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terça-feira, 26 de julho de 2011

Mercadante quer uso do FOCEM na Inovação do Mercosul

Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante quer recursos de fundo do Mercosul para projetos de ciência, tecnologia e inovação!

Mercadante quer FOCEM na Inovação do Mercosul

O Brasil quer fazer parcerias com o Uruguai para expandir as redes de banda larga destinadas à transmissão de dados de estudos científicos e tecnológicos, tais como a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), além de criar um centro binacional para produzir software livre (com a formação de recursos humanos) e um centro binacional de doenças tropicais.

Ministro da Ciência e Tecnologia: Aloizio Mercadante

A afirmação é do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que está em Montevidéu participando do Encontro Documental de Televisões Latino-Americanas e do seminário Diálogo Brasil-Uruguai em Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura. Segundo o ministro, a intenção é usar o Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem) em pesquisa e desenvolvimento.

Mercadante lembra que o Focem é redistributivo e inversamente proporcional ao Produto Interno Bruto (PIB) per capita de cada país do bloco. O Brasil, que tem a economia mais forte entre os parceiros do Mercosul, recebe menos. Para os três próximos anos, o Uruguai terá US$ 140 milhões do Focem. No total, o Focem terá US$ 1 bilhão até 2016.

“A estrada do futuro é a internet”, disse Mercadante defendendo o uso de recursos para ciência e tecnologia. O Uruguai já concluiu a inclusão digital de todas as escolas públicas e distribuiu um computador portátil para cada aluno. O país vizinho também participa do projeto Mercosul Digital, para criação de protocolos e procedimentos para estimular comércio digital na internet para pequenas e médias empresas, por isso o Brasil o considera um parceiro estratégico nessa área.

O ministro avalia que é hora de se desenvolver projetos de ciência e tecnologia, que integrem cadeias produtivas e que reduzam as desigualdades e assimetrias no Mercosul, a exemplo do que já foi feito na União Européia. Mercadante sugeriu que o Mercosul aproveite a integração para estruturar sua indústria de medicamentos. “Queremos uma integração, no futuro, em áreas mais estratégicas, como fármacos e saúde pública”.

“Nós precisamos de parcerias para internacionalizar a ciência, para tocar experiências de tecnologia, para criar patentes, para regulação na área de fármacos, para desenvolver os genéricos”, acrescentou o ministro, em conversa por telefone com a Agência Brasil. Como o Brasil, o Uruguai e também a Argentina e o Paraguai são extremamente dependentes do fornecimento estrangeiro de matéria-prima para produção de medicamentos e de equipamentos clínicos.

Fonte: Agência Brasil

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terça-feira, 24 de maio de 2011

Licitação internacional de Comércio Eletrônico

imageAs Licitações Internacionais do Projeto Mercosul Digital chegaram à etapa de abertura e avaliação das propostas apresentadas por fornecedores interessados em participar.

Especificamente, o Comitê de Avaliação, constituído para analisar as propostas relativas ao contrato LI03 – Provisão de equipamentos, sistemas e consultorias para Comércio Eletrônico no MERCOSUL, se reuniu entre os dias 16 e 20 de maio em Montevidéu, no Uruguai.

A sessão de abertura das propostas ocorreu às 09h30 do dia 17 de maio e foi aberta ao público interessado.

Local : Aliança Francesa (de Montevidéu)
Endereço : Boulevard Artigas 1271, Montevidéu, Uruguai

Agora as deliberações do Comitê de Avaliação estão sendo analisadas pela União Europeia, que deverá publicar as empresas ganhadoras do certame no decorrer das próximas semanas.

Contrato de Suministros – COMÉRCIO ELETRÔNICO
Para acessar a documentação oficial das licitações internacionais para o Contrato LI03 – Fornecimento de equipamentos, sistemas e consultorias para comércio eletrônico no MERCOSUL, que compreende quatro lotes, clique aqui.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Mercosul Digital e a RedClara

Segundo a edição de dezembro/09 do do boletim da Rede Clara, este ano teve início o Projeto Mercosul Digital

O projeto conta com 45 meses de duração e executado em quatro países sul-americanos, com co-financiamento da Comissão Europeia, visa promover políticas e estratégias comuns para o bloco do Mercosul na área da sociedade da informação a fim de reduzir o desnível digital e as assimetrias em matéria de tecnologia da informação e comunicações na região.

Union Europea

Formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, o Mercosul é considerado o terceiro bloco comercial mais bem sucedido do mundo. Seus principais objetivos são a livre circulação de bens, serviços e fatores produtivos entre os países, o estabelecimento de uma tarifa externa comum e a adoção de uma política comercial comum. Também visa coordenar as políticas macroeconômicas e setoriais entre os Estados integrantes e à harmonização das legislações, a fim de fortalecer o processo de integração.

Elemento importante para atingir estes objetivos é o desenvolvimento tecnológico da nossa região. Não só para os benefícios que a pesquisa em redes avançadas pode oferecer ao Comércio Digital, mas porque o desenvolvimento tecnológico em si, é um trunfo para o continente. Seguindo esta idéia, em 2004 foi apresentada a proposta do projeto chamado Mercosul Digital. Hoje esta é uma realidade que promete, com a ajuda de RedClara (CLARA), contribuir para o desenvolvimento da América do Sul.

Mercosul em Rede

O Mercosul Digital é uma realidade graças ao esforço e dedicação dos participantes de diferentes países. Como afirma Marta Pessoa, diretora do projeto, “tudo começou em 2004, quando duas instâncias do Mercosul, RECyT e SGT-13, uniram seus interesses para reduzir as assimetrias dentro do bloco, para projetar a aprovação de projeto nessa linha”. Em 2006, foi desenhado o projeto final e em 2008 tornou-se oficial de financiamento da União Europeia e de quatro países do bloco do Mercosul. Em 13 de abril de 2009 se iniciou a fase de execução do projeto. “Este tem sido um grande desafio porque envolve a colaboração entre equipes de quatro países que tinham a tarefa de conciliar os interesses nacionais com o bloco do Mercosul. Acho que este projeto representa um grande desafio porque foi mais um exercício de integração entre esses países”, diz Marta Pessoa.

O projeto em si tem dois componentes temáticos: a escola virtual e o Comércio Eletrônico. Neste sentido, espera-se alcançar resultados em quatro dimensões: a dimensão da educação contínua, que visa criar uma Escola Virtual do Mercosul e a criação de uma estrutura de conexão para o Paraguai; o diálogo político e regulatório, que tem entre suas metas de regulação as redes antispam e antifraude, assim como a proteção de dados pessoais; a infraestrutura, cujo objetivo é a implementação de senhas públicas e certificados digitais; e a dimensão dos serviços e aplicações, que visa criar uma plataforma e-commerce e um Hub e-logístico.
Por agora o projeto está em sua fase inicial. “Está sendo realizada uma licitação preliminar para a contratação de especialistas que definam estratégias e modelos a serem adotados para os dois lados”, diz a diretora.

Union Europea 2

Embora este ponto tenha implicado em um grande esforço, ainda há algum caminho a percorrer. Entre os objetivos de longo prazo estão o crescimento econômico e tecnológico dos países do Mercosul. Neste sentido, Pessoa afirma: “Esperamos que os resultados alcançados na área do comércio eletrônico permitam o crescimento efetivo do comércio dentro do bloco. Além disso, criamos a rede no aspecto de formação para se sustentar e integrar as iniciativas similares na América do Sul”.

A participação de RedClara (Rede de Cooperación Latino Americana de Redes Avazadas)

RedCLARA Como em muitos outros projetos que buscam o desenvolvimento de redes avançadas na região, CLARA dá um apoio importante para a implementação do Mercosul Digital. Em primeiro lugar, Mark Urban, Gerente de Administração e Finanças de CLARA, foi nomeado e estava atuando como um Contabilista do projeto na primeira fase até o final de 2009. Além disso, assim como o próprio Mark diz, “CLARA tem acompanhado a parte administrativa do Mercosul Digital, em particular, e fornecendo ajuda à abertura da conta do Projeto no Uruguai e apoio nas relações com a Delegação da Comissão Europeia, que é responsável por supervisionar o projeto. Por outro lado, CLARA também fornece suporte em termos de ‘expertise’ em especial para os processos de licitação da Comunidade Europeia, ou de prestação de contas”.

CLARA é um observador atento do projeto, por sua temática, e se pretende no futuro, de forma mais ativa, apoiar mais ativamente seu desenvolvimento e implementação. Espera-se que o projeto dê apoio e fortaleça a conectividade avançada no Paraguai e permita que a rede nacional do Paraguai se conecte à RedCLARA. A vertente da Escola Virtual do Projeto também poderá se beneficiar das comunidades de pesquisa e educação para desenvolver atividades no âmbito de CLARA. Além disso, o projeto contribuirá para o desenvolvimento da base política regional do ciberespaço”, conclui Urbano.

De sua parte, RedCLARA desempenha, como disse Marta Pessoa, um papel fundamental na criação e implementação deste projeto. “A infraestrutura de conexão fornecida pela RedCLARA é o que torna possível a implementação de redes de formação virtual. Também para a área do comércio eletrônico. Qualquer aspiração de estender os resultados do projeto para toda a América Latina seria impossível sem esta rede”. A possibilidade de ampliar o projeto é de a longo prazo. “Apesar de que, atualmente, os beneficiários diretos do projeto são membros do Mercosul, numa fase posterior, esperamos replicar o modelo do projeto para outros países da América Latina”, finaliza Marta Pessoa.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Proyecto de cooperación (Mercosur Digital) permitirá fortalecer capacidad tecnológica del bloque

Lanzamiento del proyecto CE-MERCOSUR de Apoyo a la Sociedad de la Información "MERCOSUR DIGITAL"

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MercosulDigitalLogo El proyecto MERCOSUR Digital es una iniciativa de cooperación internacional entre la Comisión Europea y el MERCOSUR, cuyo objetivo es promover políticas y estrategias comunes en el área de la sociedad de la información y reducir las asimetrías a nivel de las tecnologías de la información y comunicación (TICs). Se desarrollarán infraestructuras tecnológicas, formación de recursos humanos y aplicaciones de comercio electrónico.

El Ministro de Relaciones Exteriores de Uruguay, Pedro Vaz, señaló la importancia que significa para el MERCOSUR y sus países miembros este proyecto, ya que implica un esquema de cooperación con la Unión Europea que apuesta a crear una sociedad entre las partes y conformar mecanismos vinculados con la tecnología de la información.

Vaz destacó que este emprendimiento ayudará al desarrollo de los países de la región y será la base para el trabajo a nivel de la educación y el desarrollo económico desde el comercio, con énfasis en las pequeñas y medianas empresas.

Por su parte, el Viceministro de Ciencia y Tecnología de Brasil, Luiz Antonio Rodrigues Elias, dijo que este proyecto impulsará la integración regional, a través de políticas claras de comercio.

Además, permitirá un cambio de paradigma en la sociedad, reconociendo la importancia de la inclusión de tecnología que posibilite la disminución de las asimetrías a nivel de interconexión entre los países, la capacitación del capital humano y la integración regional.

El Director General de la Dirección de la Sociedad de la Información de la Comisión Europea, Fabio Colasanti, dijo que todos los gobiernos en sus países desarrollan una sociedad de la información que les permita obtener ventajas en el crecimiento económico, mejoras en el empleo, en sus servicios públicos y la educación.

Reconoció que avanzar a nivel tecnológico no es tarea fácil, ya que existen servicios y aplicaciones que no se pueden desarrollar por problemas normativos y legales, por lo que esto es una instancia para discutir entre los países los retos para la región.

El primer Consejero de Asuntos Políticos, Comerciales y Comunicación de la Unión Europea, Juan Víctor Monfort, dijo que este proyecto trata sobre la sociedad de la información en la que se trabajará conjuntamente la Unión Europea y el MERCOSUR para desarrollar plataformas comunes relativas a la sociedad de la información. Se creará una escuela virtual y se trabajará intensamente en el tema de comercio electrónico.

Monfort señaló que la sociedad de la información requiere de marcos regulatorios que cuenten con puntos de convergencia para que los productos y métodos puedan ser utilizados en distintos países. Por lo tanto, se trabajará en el desarrollo de la convergencia de plataformas comunes y de marcos regulatorios.

El programa tendrá una financiación de 12 millones de Euros, de los cuales la Unión Europea aportará 8 millones y el MERCOSUR 4 millones.

Destacó que el sector del software de Uruguay se encuentra muy desarrollado, por lo que esta iniciativa brindará las herramientas para continuar con el crecimiento de esta área, facilitando el acceso de sus productos a los países del MERCOSUR.

El Director Ejecutivo de AGESIC, José Clastornik, destacó que la sociedad de la información implica fenómenos de redes y la armonización entre los distintos componentes de esa red.

El proyecto MERCOSUR Digital intenta aromonizar la forma en que cada país interactúa con el otro. En cada país existirá una coordinación nacional, la cual para Uruguay será desarrollada por AGESIC.

Destacó que a nivel normativo Uruguay se encuentra muy bien posicionado en la región. Un informe reciente sobre acceso a la información pública muestra que Uruguay estaba en primer lugar entre los países latinoamericanos.

En los últimos años se comenzó a trabajar en la creación de un conjunto de normativas relacionadas a la protección de datos personales, una Ley de acceso a la información pública, componentes asociados a la problemática de privacidad y transparencia, un marco legal sobre la seguridad de la información y una Ley con media sanción en el Parlamento relativa a la firma digital, lo que contribuye al intercambio seguro de documentación.

Siegue las fotos del evento de Acto de Lanzamiento del proyecto CE-MERCOSUR de Apoyo a la Sociedad de la Información (MERCOSUR DIGITAL):

Fuente: Presidencia de la República Oriental del Uruguay

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Reconhecimento Mútuo de Certificados Digitais entre Brasil e Portugal

Países assinarão convênio de reconhecimento de Assinaturas Digitais em 16 de junho de 2009, em Lisboa.

Brazil Portugal Flag 

IMG_0094Brasil e Portugal decidem celebrar um acordo de Reconhecimento Mútuo dos Certificados Digitais emitidos em ambos os países.

Essa importante ação, ainda inédita no mundo, leva em consideração a necessidade de utilização de meios seguros e inequívocos de Identificação Digital dos indivíduos envolvidos, por meio de Certificados Digitais, providos por Infraestruturas de Chaves Públicas reconhecidas pelo Estado e pela Sociedade.

Este convênio, que viabiliza o reconhecimento recíproco dos Efeitos Jurídicos de seus respectivos Certificados Digitais, tem como premissa fundamental a plena operacionalidade desses Certificados Digitais em várias aplicações de governo, comércio e justiça eletrônicos, quer no Brasil quer em Portugal.

A partir deste convênio tornar-se-á possível a utilização prática de Certificados Digitais em áreas como a de Relações Internacionais e do comércio internacional, de modo a promover a integração de ambos os países por meio digital.

Além dos Certificados Digitais, propriamente ditos, este acordo engloba ainda todas as demais tecnologias que envolvem o conceito do Documento Eletrônico, ou seja, Assinaturas Digitais, Carimbo de Tempo e Certificados de Atributos, entre outras.

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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Comercio electrónico regional, ¿que nos falta?

El comercio electrónico tiene un desarrollo creciente en el Mercosur. Esto significa que todos los países tienen un crecimiento simetrico y que comercian de esta manera entre sí. No es posible afirmarlo pues las métricas son antiguas o sólo reflejan la situación de los países con mayor volumen de mercado como Brasil o Argentina.
Entonces cuando creemos que tenemos todas las respuestas nos cambian las preguntas. ¿En que condiciones se realiza el comercio electronico nacional?; ¿existe un comercio al interior del bloque?; ¿en que condiciones se realiza, existe marco legal, de seguridad, de interoperabilidad simétrico e interoperable en el Mercosur?. Son ests sin duda algunas de las respuestas que procura resolver el proyecto Mercosur Digital financiado por la Unión Europea y fondos propios de lospaìses participantes.

Tal vez el mas importante es establecer temas insoslayables como el de la Protección de Datos, la seguridad jurídica, y también la interoperabilidad que permita interrelacionar en tiempo real sistemas que no deben ser necesariamente los mismos pero que deben seguir los mismos estándares.

El Grupo de Interés sobre Administración Electrónica de W3C ha publicado una Nota de Grupo sobre cómo mejorar el acceso a la Administración a través de un mejor uso de la Web. Este documento pretende definir, aunque no dar respuesta todavía, a los conflictos y desafíos a los que se enfrentan las Administraciones en sus esfuerzos por aplicar los medios de los que disponemos en el siglo XXI a las iniciativas de Administración electrónica. Asimismo, facilita algunos ejemplos de estándares web abiertos ya existentes y aplicables. En los casos en los que los estándares actuales no satisfacen las necesidades de las Administraciones en lo referente al desarrollo de servicios de Administración electrónica, se indican dichas insuficiencias. Obtén más información sobre la Actividad de Administración Electrónica. De ese documento les adjunto la parte que habla de interoperabilidad, pero vale la pena visitar el original pues es muy completo y permite formar una opinión informada acerca del tema.

http://www.w3c.es/Noticias/2009/05/12/se-publica-una-nota-sobre-cmo-mejorar-el-acceso-a-la-administracin-a-travs-de-un-mejor-uso-de-la-web/

What is Interoperability?

Within the European Interoperability Framework [EC-EIFV1], Interoperability was defined as: "the ability of information and communication technology (ICT) systems and of the business processes they support to exchange data and to enable the sharing of information and knowledge." In the draft document as basis for the EIF v2 [EC-EIFV2DRAFT] this definition has been reworked into a more comprehensive one "the ability of disparate and diverse organizations to interact towards mutually beneficial and agreed common objectives, involving the sharing of information and knowledge between the organizations via the business processes they support, by means of the exchange of data between their respective information and communication technology (ICT) systems."

For the United Nations e-Government Survey 2008 From e-Government to Connected Governance [UN-SURVEY] means "the ability of government organizations to share and integrate information by using common standards."

The delivery of eGovernment services typically involves the interaction between actors, citizens, business and administrations, in a scenario of large diversity, not only in terms of technology, but also in terms of how the relationships and the processes are organized and of how the necessary data and information are structured and handled. The following types of interaction cover most of eGovernment services:

* Direct interaction between citizens or business with Public Administrations.
* Interaction and exchange of data among Public Administrations (Local, Regional, Central, Supra-National or International) and other organizations (other public entities, public universities, etc...). It is common in governmental processes that two or more public organizations share data while delivering a given service.

Interoperability is a relevant requirement which has been scaling steps in the political agenda in recent years. In the European Union for instance several policy documents and acts refer to interoperability, like the Communication to the Council and European Parliament (2006) 45 final [EC-COM45].

The achievement of interoperability requires a global approach which should take into account issues like types of interactions, dimensions of interoperability (organizational, semantic, technical, in time), the interoperability chain, standards, common infrastructures and services and conditions for share, re-use and collaborate.
The Dimensions of Interoperability

* Organizational Interoperability refers to the collaboration between entities in the development, deployment and delivery of eGovernment services, and to the interaction between services, and supporting processes, including also agreements or similar formal instruments about service levels, the use of common services, security or other quality aspects.
* Semantic Interoperability enables organizations to process information from external or secondary sources in a meaningful manner. The achievement of semantic interoperability may require supporting instruments that serve for collaboration, sharing and re-use of information artifacts also called semantic assets, like SEMIC.EU - The Semantic Interoperability Centre Europe [EC-SEMIC].
* Technical Interoperability refers to the interaction of technological systems.
* Interoperability in time refers to the interaction among elements that correspond to various technological waves. It is particularly relevant in relation to the preservation and access to information on electronic media along the time.

The Interoperability Chain

Interoperability behaves like a chain when systems and services are deployed across boundaries of entities or governments; there is a succession of interconnected elements, in a rather dynamic way, through interfaces and with projection to the interoperability dimensions. Interoperability may break at the weakest point elements individually adequate are deficiently joined. The delivery of complex services requires interoperability between all the links of the chain, end to end, including back-office and front-office environments. The interoperability chain might include basic links like infrastructures and associated services; data models and data integration; systems and services integration; and secure integrated multi-channel access; together with some transversal aspects. An important aspect of interoperability is enabling citizens who are using assistive technologies, mobile devices, and older software and hardware.

The Role of Standards

Standards are applicable in the dimensions of interoperability, they are used in common infrastructures and services, and they are used in certain links of the interoperability chain. The use of open standards allows that the actors providing and receiving eGovernment services may take part using their preferred technological choices. Governments are taking into account open standards in their policies and interoperability frameworks and in some cases like The Netherlands [NL-OSOSS] are developing coherent strategies towards openness. In the United States, OMB Circular A-119 [US-OMB119] directs agencies to "use voluntary consensus standards in lieu of government-unique standards in their procurement and regulatory activities, except where inconsistent with law or otherwise impractical."

Common Infrastructures and Services

Common infrastructures and services propagate interoperability producing economies of scale and using synergies that stem from cooperative work in similar areas of action and respecting the subsidiarity of the participating entities in the provision of complex services. They offer integrating solutions that ensure interoperability in the dominion of their implementation with the rest of information consumers, putting the focus on the corresponding interfaces. They facilitate the development of new services, as well as the interoperability of the existing ones.

Share, Re-Use and Collaborate

The voice sharing is present in the interoperability definition mentioned above; together with re-use, both of them are important for interoperability. The terms share and re-use are connected, for instance, with the corresponding policy in the European Union shaped in the Action Plan on Electronic Administration i2010 [EC-i2010]. The openness approach benefits interoperability and it is a condition that favors sharing and reusing. Putting in practice the sharing approach may require the support of platforms like OSOR.eu - Open Source Observatory and Repository [EC-OSOR] and the application by governments of adequate licensing conditions, as in the case of the EUPL [EUPL].

What Public Policy Outcomes are related to interoperability?

Interoperability policies developed by governments generally address the following goals:

* Improve the cooperation of government services with the aim of delivering better integrated services in a quicker and more flexible way.
* Improve efficiency and effectiveness driving to the reduction of costs.
* Making life easier to the citizen by means of offering more choice and reducing the administrative burden.

These outcomes provide benefits which are described in the following paragraphs.

What Are the Main Benefits of Interoperability?

Interoperability offers many important benefits to governments, to business and industry and to citizens. Within [EC-EIFV2DRAFT] there is a whole section on this question which is helpful to identify in summary the main benefits:

* Organizational coherence and integration. Interoperability is a means towards more coherent and integrated operation for the overall public administration domain. The current stovepipe organization of public institutions prevents the horizontal movement of information and allows only vertical flows according to the bureaucratic paradigm (command-report). Cross-agency interoperability makes the horizontal flow of information feasible and allows better communication and coordination amongst separate agencies.
* Coordination and cooperation. It facilitates better coordination and cooperation of government services enabling the development, aggregation, deployment and delivery of complex services.
* Technological choices. It facilitates the creation of scenarios where actors participate in eGovernment services using their preferred technological choices.
* It contributes to the reduction of administrative burden.
* It contributes to the reduction of ICT costs enabling a more efficient use of citizen's taxes because interoperability facilitates the re-use of data, the speed-up of services and supporting services development and deployment, the integration of services and the flow of data.
* It makes life easier for the citizen since interoperability is the key for the delivery of citizen centric services delivered through a multi-channel approach: reduces the burden on the citizen to request and present documents from different administrative services, speeds up decisions by government services resulting in higher quality and added value from the citizen's perspective and helping those with disabilities or the elderly with transportation or communication constraints.
* Increased multi-channel delivery. It facilitates the deployment of multi-channel delivery of government services.

How Can Interoperability Be Achieved?

Interoperability is by its own nature a joint effort. Sharing information requires sharing a set of common principles among all participants. The best way to achieve interoperability is through standardization.

Open Standards

It is of paramount importance to use open standards where available as opposed to proprietary formats. According to the Berkman Center for Internet and Society at the Harvard Law School [OPEN-ICT], a standard is considered to be open if:

* cannot be controlled by any single person or entity with any vested interests;
* evolved and managed in a transparent process open to all interested parties;
* platform independent, vendor neutral and usable for multiple implementations;
* openly published (including availability of specifications and supporting material);
* available royalty free or at minimal cost, with other restrictions (such as field of use and defensive suspension) offered on reasonable and non-discriminatory terms; and
* approved through due process by rough consensus among participants.

The workload to select standards for eGovernment services may be considerable and in fact all the governments that maintain lists of standards for their interoperability frameworks are carrying out similar tasks. That's why the IDABC Programme of the European Union started on the proposal of Denmark the work to develop a Common Assessment Method of Standards and Specification [EC-CAMSS]. This method has been elaborated on the basis of commonalities of existing practices in some European countries in relation to the assessment of standards for interoperability frameworks with the aim to facilitate this task and share the results. CAMSS identifies several criteria such as the ad equation of the standard to the required function, its potential in terms of stability, scalability and others, the degree of openness and the market conditions.

Open Source

Open Source does not imply the use of Open Standards or vice versa. Open Source refers to licensing and development models. It is essential that governments consider open standards in relation to considering either Open Source or proprietary solutions.
Government Interoperability Frameworks

Though it is possible to start peer-to-peer data interchange programs, greater value usually lies in multi-lateral solutions. This principle sets the ground for the creation of a Government Interoperability Framework (GIF).

A GIF is an instrument shared by different Governmental Organizations that provides a global approach to interoperability and which enables them to interact with each other, share information and business processes and cooperate for the delivery of eGovernment services. A GIF usually deals with the following:

* Legal status, scope, policies, organization, concepts, vocabulary, guidelines, practices, recommendations, compliance and governance issues.
* Interoperability dimensions and associated principles and relevant elements such as standards, common infrastructures and services, conditions for re-use and sharing and other possible aspects.

There a wide number of initiatives in this area:

* National Interoperability Frameworks. Many countries worldwide are developing their Interoperability Frameworks such as Australia [AU-IF], Belgium [BE-IF], Denmark [DK-IF], Estonia [EE-IF], Germany [DE-IF], The Netherlands [NL-IF], New Zealand [NZ-IF], United Kingdom [UK-IF].

European Interoperability Framework. Pursues the interoperability of services and systems between public administrations and the public (citizens, businesses) at a pan-European level [EC-EIFV1], [EC-EIFV2DRAFT].

What Are the Main Issues to Achieve Interoperability?

Interoperability presents a series of issues that need to be taken into account.

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José Soriano - Coordinador
Projecto Mercosur Digital en Argentina
Oficina Nacional de Tecnología Información (ONTI)
Subsecretaria de Tecnologías de Gestión
Secretaría de Gabinete y de Gestión Pública
Jefatura de Gabinete de Ministros
Av. Roque Sáenz Peña 511
Piso 5to. Of.502
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