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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Mercosul Digital é capa da revista America Economia

A entrevista a Gerson Rolim, coordenador brasileiro de Comércio Eletrônico, é matéria de Capa da revista America Economia.

Veja a íntegra da versão eletrônica da revista abaixo:

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terça-feira, 24 de maio de 2011

e-G8 – Internet, Redes Sociais e eCommerce na agenda do G8

e-G8: Os gigantes da Internet reúnem-se esta semana em Paris


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e-G8: Os gigantes da Internet reúnem-se esta semana em París

Licitação internacional de Comércio Eletrônico

imageAs Licitações Internacionais do Projeto Mercosul Digital chegaram à etapa de abertura e avaliação das propostas apresentadas por fornecedores interessados em participar.

Especificamente, o Comitê de Avaliação, constituído para analisar as propostas relativas ao contrato LI03 – Provisão de equipamentos, sistemas e consultorias para Comércio Eletrônico no MERCOSUL, se reuniu entre os dias 16 e 20 de maio em Montevidéu, no Uruguai.

A sessão de abertura das propostas ocorreu às 09h30 do dia 17 de maio e foi aberta ao público interessado.

Local : Aliança Francesa (de Montevidéu)
Endereço : Boulevard Artigas 1271, Montevidéu, Uruguai

Agora as deliberações do Comitê de Avaliação estão sendo analisadas pela União Europeia, que deverá publicar as empresas ganhadoras do certame no decorrer das próximas semanas.

Contrato de Suministros – COMÉRCIO ELETRÔNICO
Para acessar a documentação oficial das licitações internacionais para o Contrato LI03 – Fornecimento de equipamentos, sistemas e consultorias para comércio eletrônico no MERCOSUL, que compreende quatro lotes, clique aqui.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Projeto Mercosul Digital - Relatório de Resultados de 2010

O projeto Mercosul Digital tem gerado impacto positivo ao despertar interesse de países do bloco, países vizinhos e outros países da União Europeia em firmar parcerias a partir das propostas do projeto e dos resultados que têm sido alcançados.

Nesta primeira etapa de implementação, o projeto Mercosul Digital apresentou avanços tangíveis em suas duas vertentes: Rede de Capacitação Digital e Comércio Eletrônico. Pesquisas e diagnósticos, desenvolvimento de termos de referência, chamadas às licitações, participação em eventos e realização de capacitações foram algumas das dimensões trabalhadas, particularmente, durante o ano de 2010.

De fato, o ano passado foi dedicado à vigência do primeiro Orçamento-programa (OP-1), que se estendeu de julho de 2009 a dezembro de 2010, encerrando-se com as atividades previstas em seu programa de ações, em especial as originadas pelas licitações preliminares realizadas para as vertentes de Comércio Eletrônico e Escola Virtual, finalizadas integralmente.

Baixe o Relatório na íntegra aqui: http://goo.gl/3B3qK

Das licitações preliminares, foram assinados dez contratos no valor total de € 966.484 – sendo € 711.344 para as duas vertentes e o complemento para as ações de visibilidade e intercambios de experiências – que resultaram nos seguintes entregáveis:

Comércio Eletrônico:

.Manual de boas práticas para as pequenas e microempresas (PMEs): Guia prático com o objetivo de fornecer dicas importantes às PMEs (indústria, varejo e serviços) para o sucesso de seu negócio na internet, contemplando a construção de um site de vendas online, de forma a aumentar a competitividade da empresa; e estratégias para promoção comercial, ferramentas e processos de compras online, estoque, processo de devolução, troca e cancelamento, comunicação com o cliente e pagamentos, propostas como melhores práticas.

.Plano Diretor de Certificação Digital: Plano com objetivo de estabelecer uma estratégia para o uso da certificação digital no MERCOSUL. Consiste na formulação de diretrizes – para orientar as ações dos Estados-membros – de curto prazo de utilização da certificação digital, implantação da infraestrutura para a utilização segura da internet, integração das informações, integração dos sistemas de informação e criação de procedimentos padronizados.

.Desenho da infraestrutura de Carimbo de Tempo (Time Stamping): Termos de Referência contendo especificações técnicas e requisitos (aplicados nas licitações internacionais do projeto) para uma infraestrutura de carimbo de tempo (certidão digital com referência temporal) na Argentina e no Uruguai, e um marco regulatório para a operacionalização dessa estrutura, com um plano de ação nos quatro países do MERCOSUL, que abrange também a forma de gestão e a estrutura física e lógica para assegurar confiança no documento eletrônico.

.Diálogo Regulatório (Diagnósticos e relatórios sobre Legislação): Diagnóstico da legislação e recomendações para a atualização das normas vigentes sobre comércio eletrônico, em cada um dos quatro países e do bloco MERCOSUL como um todo, com ênfase em assinaturas digitais, crimes eletrônicos, privacidade de dados armazenados ou transmitidos por meio eletrônico.

.Regulamento de Infraestrutura de Chaves Públicas na Argentina, Paraguai e Uruguai: Análise e sugestão de ajustes nos marcos regulatórios referentes à economia digital dos países do MERCOSUL, comparando-os com os de países vizinhos, como a Venezuela e o Chile, e com a legislação da Comunidade Europeia. Esse trabalho também produziu Termos de Referência contendo especificações técnica e jurídica e requisitos (aplicados nas licitações internacionais do projeto) para a implantação da Autoridade Certificadora (AC) Raiz paraguaia, da AC de primeiro Nível do Uruguai e da infraestrutura complementar da ICP argentina.

Rede de Capacitação Digital:

.Modelo Geral de Rede de Capacitação Digital: Proposta de modelo para criação de uma rede de instituições com potencial para oferecer capacitação sobre temas estratégicos para o desenvolvimento da sociedade da informação nos países do MERCOSUL, por meio de uma rede de formação e capacitação, utilizando as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), de acordo com a extensão territorial, as necessidades e recursos existentes em cada país.

.Plataforma Tecnológica e Apoio ao Paraguai (Rede ARANDU): Termos de Referência contendo especificações técnicas e requisitos (aplicados nas licitações internacionais do projeto) para o fornecimento de equipamentos de informática, de redes e de comunicação para a implementação da Rede Avançada para educação, pesquisa e inovação no Paraguai, responsável por interconectar universidades e centros de pesquisa local a outras redes mundiais avançadas. A rede ARANDU estará interconectada com a Rede CLARA (Cooperação Latinoamericana de Redes Avançadas) e funciona, em caráter experimental.

Os resultados obtidos nas licitações preliminares do projeto Mercosul Digital em 2010 exigiram a revisão do marco lógico inicial do projeto para propiciar uma definição mais atual e apropriada de objetivos, resultados a serem alcançados e atividades a realizar. Um novo marco lógico integra o addendum ao convênio firmado, cuja aprovação pela Comissão Europeia em dezembro de 2010 deve-se ao sucesso e bons resultados alcançados na primeira fase do projeto.

O segundo Orçamento-Programa de execução plena do Projeto (OP-2) compreende o período de 16 de dezembro de 2010 a 15 de março de 2012, com estimativas de investimentos no total de € 7,076 milhões, sendo € 5,860 provenientes da Comunidade Europeia e € 1,216 provenientes das contrapartidas do MERCOSUL.

O OP-2 privilegia as licitações internacionais do projeto cujos Anúncios prévios de Licitação foram lançados no EuropeAid e publicados em vinte e três diferentes idiomas no Suplemento do Jornal Oficial da União Europeia, dedicado aos concursos públicos europeus, no mês de dezembro de 2010 e contribuirão para o alcance dos seguintes resultados:
1. Implementação de infraestruturas tecnológicas e recursos humanos capacitados para viabilizar a infraestrutura de chaves públicas do Paraguai, complementar a infraestrutura de chaves públicas do Uruguai e da Argentina, e viabilizar a utilização do Carimbo de Tempo na Argentina e Uruguai, em cumprimento aos regulamentos e com validade jurídica entre os países do MERCOSUL.
2. Realização de ações de divulgação, massificação e identificação de casos em temas de comercio eletrônico para as PMEs.
3. Realização de ações de promoção de legislações comuns aos países do MERCOSUL e mecanismos de proteção para as negociações transnacionais.
4. Desenho de um programa de capacitação em rede sobre temas de comércio eletrônico como prioridade e outros complementares que surgirem das necessidades detectadas, dirigido aos públicos-alvo identificados, dos quatro países do MERCOSUL. Adicionalmente, desenvolvimento de atividades de capacitação da Escola Virtual da Sociedade da Informação do MERCOSUL.
5. Formação de uma rede de colaboração, intercâmbio, projetos conjuntos e divulgação de atividades em todos os países do MERCOSUL.

As entregas dos contratos, originados pelas licitações preliminares do Mercosul Digital, deram subsídios para a definição dos produtos e serviços a serem contratados na segunda etapa do projeto. Foram elaborados os termos de referência e os expedientes para realização efetiva das licitações internacionais, em 2011, que se constituíram como segue:

.Contratos para a vertente Rede de Capacitação Digital:
- Desenho e Implementação da Escola Virtual do Projeto Mercosul Digital
- Provisão de equipamentos de informática, de rede e de comunicações para a formação de uma rede avançada para a educação, pesquisa científica e inovação tecnológica do Paraguai (Rede ARANDU)

.Contrato para vertente Comércio Eletrônico (4 Lotes):
- Autoridade certificadora raiz do Paraguai
- Autoridade certificadora de primeiro nível para o Uruguai
- Infraestrutura complementar para a ICP Argentina
- Infraestrutura de time stamping para Argentina e Uruguai

Além dos produtos e serviços explicitados, estão incluídas realização de atividades de apoio à divulgação dos entregáveis para uso das PMEs e a capacitação necessária dos atores envolvidos na implantação dos produtos e serviços da segunda etapa do projeto Mercosul Digital.

Entre todos os desafios, o mais importante é o trabalho de mobilização com as instituições que apoiam o projeto no sentido de garantir a contrapartida necessária para levar a termo o projeto neste novo cenário a partir da constituição de um novo marco lógico e ampliação do prazo, decorrentes da assinatura do primeiro addendum ao convênio de financiamento.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Proyecto de cooperación (Mercosur Digital) permitirá fortalecer capacidad tecnológica del bloque

Lanzamiento del proyecto CE-MERCOSUR de Apoyo a la Sociedad de la Información "MERCOSUR DIGITAL"

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MercosulDigitalLogo El proyecto MERCOSUR Digital es una iniciativa de cooperación internacional entre la Comisión Europea y el MERCOSUR, cuyo objetivo es promover políticas y estrategias comunes en el área de la sociedad de la información y reducir las asimetrías a nivel de las tecnologías de la información y comunicación (TICs). Se desarrollarán infraestructuras tecnológicas, formación de recursos humanos y aplicaciones de comercio electrónico.

El Ministro de Relaciones Exteriores de Uruguay, Pedro Vaz, señaló la importancia que significa para el MERCOSUR y sus países miembros este proyecto, ya que implica un esquema de cooperación con la Unión Europea que apuesta a crear una sociedad entre las partes y conformar mecanismos vinculados con la tecnología de la información.

Vaz destacó que este emprendimiento ayudará al desarrollo de los países de la región y será la base para el trabajo a nivel de la educación y el desarrollo económico desde el comercio, con énfasis en las pequeñas y medianas empresas.

Por su parte, el Viceministro de Ciencia y Tecnología de Brasil, Luiz Antonio Rodrigues Elias, dijo que este proyecto impulsará la integración regional, a través de políticas claras de comercio.

Además, permitirá un cambio de paradigma en la sociedad, reconociendo la importancia de la inclusión de tecnología que posibilite la disminución de las asimetrías a nivel de interconexión entre los países, la capacitación del capital humano y la integración regional.

El Director General de la Dirección de la Sociedad de la Información de la Comisión Europea, Fabio Colasanti, dijo que todos los gobiernos en sus países desarrollan una sociedad de la información que les permita obtener ventajas en el crecimiento económico, mejoras en el empleo, en sus servicios públicos y la educación.

Reconoció que avanzar a nivel tecnológico no es tarea fácil, ya que existen servicios y aplicaciones que no se pueden desarrollar por problemas normativos y legales, por lo que esto es una instancia para discutir entre los países los retos para la región.

El primer Consejero de Asuntos Políticos, Comerciales y Comunicación de la Unión Europea, Juan Víctor Monfort, dijo que este proyecto trata sobre la sociedad de la información en la que se trabajará conjuntamente la Unión Europea y el MERCOSUR para desarrollar plataformas comunes relativas a la sociedad de la información. Se creará una escuela virtual y se trabajará intensamente en el tema de comercio electrónico.

Monfort señaló que la sociedad de la información requiere de marcos regulatorios que cuenten con puntos de convergencia para que los productos y métodos puedan ser utilizados en distintos países. Por lo tanto, se trabajará en el desarrollo de la convergencia de plataformas comunes y de marcos regulatorios.

El programa tendrá una financiación de 12 millones de Euros, de los cuales la Unión Europea aportará 8 millones y el MERCOSUR 4 millones.

Destacó que el sector del software de Uruguay se encuentra muy desarrollado, por lo que esta iniciativa brindará las herramientas para continuar con el crecimiento de esta área, facilitando el acceso de sus productos a los países del MERCOSUR.

El Director Ejecutivo de AGESIC, José Clastornik, destacó que la sociedad de la información implica fenómenos de redes y la armonización entre los distintos componentes de esa red.

El proyecto MERCOSUR Digital intenta aromonizar la forma en que cada país interactúa con el otro. En cada país existirá una coordinación nacional, la cual para Uruguay será desarrollada por AGESIC.

Destacó que a nivel normativo Uruguay se encuentra muy bien posicionado en la región. Un informe reciente sobre acceso a la información pública muestra que Uruguay estaba en primer lugar entre los países latinoamericanos.

En los últimos años se comenzó a trabajar en la creación de un conjunto de normativas relacionadas a la protección de datos personales, una Ley de acceso a la información pública, componentes asociados a la problemática de privacidad y transparencia, un marco legal sobre la seguridad de la información y una Ley con media sanción en el Parlamento relativa a la firma digital, lo que contribuye al intercambio seguro de documentación.

Siegue las fotos del evento de Acto de Lanzamiento del proyecto CE-MERCOSUR de Apoyo a la Sociedad de la Información (MERCOSUR DIGITAL):

Fuente: Presidencia de la República Oriental del Uruguay

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Firma Electrónica avanzada en el ámbito del MERCOSUR

MERCOSUR - Subgrupo de Trabajo N° 13


MercosulDigitalLogo v1 Desde sus comienzos, el Subgrupo de Trabajo N° 13 "Comercio Electrónico" del MERCOSUR ha trabajado sobre la necesidad de llevar adelante negociaciones tendientes a lograr mecanismos que posibiliten el reconocimiento de certificados digitales entre los Estados Partes.

Considerando que la seguridad y confianza en las comunicaciones y transacciones electrónicas resultan esenciales para facilitar el desarrollo del Comercio y del Gobierno Electrónicos, y entendiendo que el uso de la firma digital posibilita garantizar la validez legal de dichas transacciones y/o documentos electrónicos, el Subgrupo de Trabajo N° 13 "Comercio Electrónico" del MERCOSUR intercambió información sobre los marcos normativos nacionales que atañen al reconocimiento de las electrónicas y digitales y de los documentos electrónicos.
Firma_digital1_mediumPartiendo de esta iniciativa, se inició el proceso de redacción de normativa sobre la materia. Dicho proceso dio como resultado dos proyectos de resolución:

  • MERCOSUR/GMC EXT./RES. Nº 34/06 [PDF] - Directrices para la celebración de Acuerdos de Reconocimiento Mutuo de firmas electrónicas avanzadas en el ámbito del MERCOSUR;
  • MERCOSUR/GMC EXT./RES. Nº 37/06 [PDF] - Reconocimiento de la Eficacia Jurídica del Documento Electrónico, la Firma Electrónica y Firma Electrónica Avanzada en el ámbito del MERCOSUR.

Estos dos proyectos de resolución fueron consensuados en Junio de 2006, pasaron por consultas internas en los Estados Partes y han sido aprobados por el Grupo Mercado Común (GMC).

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Coordenador brasileiro do Mercosul Digital apresenta o projeto no 7º. CertForum

CertForum

O 7º CertForum tem como objetivo principal apresentar a importância da Certificação Digital na modernização da administração pública federal, estadual e municipal, principalmente no que se refere à simplificação de processos, à redução dos custos e à melhoria na segurança do tráfego de informação na Internet.

Nesse sentido, o Coordenador brasileiro do Mercosul Digital, o Diretor Executivo da camara-e.net - Gerson Rolim, apresentará em sua palestra – A Integração Digital do Mercosul - o projeto, seus objetivos e metas, demonstrando que a aplicabilidade da Certificação Digital transcende as barreiras fronteiriças brasileiras, atingindo todos os países do bloco Mercosul.

Esta palestra será realizada no dia 04 de agosto, próxima terça-feira, às 14h00, no Hotel WTC – Av. das Nações Unidas, 12.551 – Teatro Piso “C”.

MAIS INFORMAÇÕES NO SITE DO 7º CERTFORUM - http://certforum.iti.gov.br

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sexta-feira, 12 de junho de 2009

La UNCTAD da directrices para el Comercio Electrónico en países de la ALADI

UNCTAD Ginebra, 12 jun (EFE) - La Conferencia de las Naciones Unidas para el Comercio y el Desarrollo (UNCTAD) presentó hoy un informe con directrices y recomendaciones para que los países de la Asociación Latinoamericana de Integración (ALADI) puedan desarrollar el Comercio Electrónico.

El documento tiene como principal objetivo incrementar el uso de las Tecnologías de la Información y Comunicación (TICs) en los países latinoamericanos, en especial en las actividades comerciales y administrativas.

Según el texto, se necesitan más leyes para cubrir el amplio espectro del mundo cibernético y, además, debe modificarse la mayoría de las existentes.

Pero sobre todo, agrega el informe, se han de armonizar las actuales leyes para poder hacer viable el comercio entre países, pero también entre regiones, estados o provincias de una misma nación que cuentan con reglamentaciones distintas.

"Hay mucho trabajo por hacer en este sentido. México es un caso paradigmático porque cada estado tiene potestad para legislar en la materia, lo que crea una disparidad enorme entre las diferentes regiones", dijo a Efe Cecile Barayre, economista y una de las autoras del documento, acerca de un país que tiene 32 regulaciones distintas sobre la materia.

El texto analiza situaciones con respecto a las Transacciones Electrónicas, las Firmas Electrónicas, la Protección de los Consumidores (e-Consumidores), la Privacidad de los Datos, el Cibercrimen, la Propiedad Intelectual y el Nombre de los Dominios.

Asimismo, se analizan las distintos pasos y reglamentaciones adoptadas por los organismos de integración regional, como la propia ALADI, el Mercado Común del Sur (Mercosur) o el Foro de Cooperación Económica de Asia Pacífico (APEC).

"Esta realidad puede llevar a incompatibilidades entre leyes y regulaciones, el desarrollo de distintas reglas y políticas públicas, la duplicación de esfuerzos y la falta de coordinación entre instituciones internacionales y regionales y gobiernos nacionales", reza el texto.

La UNCTAD ha organizado cursos de formación ofrecidos a las personas que van a redactar las leyes sobre esta materia para que conozcan el marco internacional, las distintas opciones y las recomendaciones de esta agencia de la ONU.

"Es esencial, por ejemplo, que se sepa cuáles son los requerimientos establecidos por la Unión Europea para poder operar electrónicamente; de esa forma, se podrá trabajar con más fluidez y el comercio se incrementará", señaló Barayre.

sábado, 6 de junho de 2009

Conference on solutions for e-signature interoperability - Case study: results...



De: Eurochambres & the Wesign Project - 05 de junio, 2009

"End 2008 the European Commission adopted an action plan which aims to achieve interoperable e-signatures and e-identification of cross-border public services. With this action plan issues left open by the e-Signature Directive and its implementation by”...

Leer la invitación en formato pdf de Eurochambres & the Wesign Project »

  • EUROCHAMBRES, la Asociación de Cámaras de Comercio e Industria de Europa, representa a 46 asociaciones nacionales de Cámaras de Comercio e Industria, una red europea de 2000 cámaras regionales y locales con más de 17 millones de empresas asociadas en Europa. EUROCHAMBRES es la coordinadora del proyecto y dirige las comunicaciones de éste. www.eurochambres.eu
  • Chambersign, es una asociación constituida en 1999 por organizaciones de Cámaras de Comercio de 10 países europeos y EUROCHAMBRES. Es un punto de acceso a información para educar a las empresas acerca de los certificados digitales, promoviendo el uso de firmas digitales en servicios nuevos y existentes de los asociados y publicitando su potencial como servicios nacionales y transfronterizos. La función de ChamberSign es garantizar la expansión del proyecto a un mayor número de Cámaras de Europa. www.chambersign.com

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Reconhecimento Mútuo de Certificados Digitais entre Brasil e Portugal

Países assinarão convênio de reconhecimento de Assinaturas Digitais em 16 de junho de 2009, em Lisboa.

Brazil Portugal Flag 

IMG_0094Brasil e Portugal decidem celebrar um acordo de Reconhecimento Mútuo dos Certificados Digitais emitidos em ambos os países.

Essa importante ação, ainda inédita no mundo, leva em consideração a necessidade de utilização de meios seguros e inequívocos de Identificação Digital dos indivíduos envolvidos, por meio de Certificados Digitais, providos por Infraestruturas de Chaves Públicas reconhecidas pelo Estado e pela Sociedade.

Este convênio, que viabiliza o reconhecimento recíproco dos Efeitos Jurídicos de seus respectivos Certificados Digitais, tem como premissa fundamental a plena operacionalidade desses Certificados Digitais em várias aplicações de governo, comércio e justiça eletrônicos, quer no Brasil quer em Portugal.

A partir deste convênio tornar-se-á possível a utilização prática de Certificados Digitais em áreas como a de Relações Internacionais e do comércio internacional, de modo a promover a integração de ambos os países por meio digital.

Além dos Certificados Digitais, propriamente ditos, este acordo engloba ainda todas as demais tecnologias que envolvem o conceito do Documento Eletrônico, ou seja, Assinaturas Digitais, Carimbo de Tempo e Certificados de Atributos, entre outras.

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Mais informações no Blog da Economia Digital:

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terça-feira, 26 de maio de 2009

Decision Report debate a Identidade Digital no Brasil

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Painelistas Confirmados:

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A implementação dos processos de Identidade Digital nos vários setores da economia irá combater ações fraudulentas e revolucionar os modelos de negócios. A Identidade Digital assegura sigilo, autenticidade de informações, identifica com segurança pessoas físicas e jurídicas, garante confiabilidade, privacidade, integridade e inviolabilidade em mensagens, além dos diversos tipos de transações realizadas via Internet.

Com todas essas vantagens, qual a razão da ID ainda não estar tão difundida no País? Qual o nível de adoção do modelo hoje? Quais os principais desafios? Quais questões estão envolvidas com essa implementação? Quais as soluções disponíveis hoje e as que estão a caminho?

Para apresentar as vantagens do uso de Identidade Digital, os desafios de implementação e as soluções disponíveis, a revista Decision Report promove o Painel "Identidade Digital contra Crimes Virtuais".

Os assuntos a serem discutidos serão:

  • Autenticidade
  • Integridade
  • Sigilo

O debate será mediado pela jornalista Graça Sermoud e os painelistas serão representantes do governo, setor financeiro, entidades e especialistas.
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Na platéia presencial, estarão executivos convidados, como você,
representando o setor de finanças e indústria, além de entidades do governo. Todos os convidados presentes irão interagir durante o painel.
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O debate será transmitido ao vivo, para todo o Brasil, por meio da TV Decision. O público remoto também poderá contribuir com questões a serem selecionadas por um grupo de editores da publicação, ao longo do evento.

DECISION REPORT MEETING
IDENTIDADE DIGITAL CONTRA CRIMES VIRTUAIS

Dia: 26 de Maio
Horário: 09h00 às 12h00
Local: AMCHAM – Sala São Paulo

AGENDA

9h às 9h20 – Credenciamento e Welcome Coffee
9h20 às 10h - Apresentação de todos os participantes presenciais
10h às 10h50 - Início do debate e da transmissão ao vivo
10h50 às 11h10 – Coffee Break
11h10 às 12h - Fim do debate e da transmissão ao vivo

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Patrocínio Gold:

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Patrocínio Standard:

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Apoio de Mídia:

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Apoio Institucional:

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Transmissão:

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quarta-feira, 20 de maio de 2009

“Congreso internacional de protección de datos personales y la Ley Estatutaria 1266 de 2008 (Habeas data)”

La Facultad de Derecho de la Universidad de los Andes, el GECTI http://gecti.uniandes.edu.co/ y la Especialización en Derecho Comercial de Los Andes lo (a) invita a que asista al “Congreso internacional de protección de datos personales y la Ley Estatutaria 1266 de 2008 (Habeas data)” que tendrá lugar el próximo martes 26 de mayo, de 8 a.m. a 7 p.m., en el Salón 805 del Edificio Santo Domingo de la Universidad de los Andes.

Se trata de un tema cardinal y transversal a todas las áreas del derecho. Su rol fundamental se evidencia cada vez más en el escenario empresarial, estatal y personal. Por eso, hemos querido que este evento se constituya en una excelente oportunidad para generar un debate constructivo en torno a la protección de los datos personales y fomentar una cultura de tratamiento debido de dicho tipo de información. Para el efecto, hemos logrado contar con la participación de expertos (as) internacionales y nacionales de primer nivel.

La inscripción es gratuita. Sólo debe enviar un email a jedaza@uniandes.edu.co, dando datos tales como: nombres, teléfono y correo electrónico o llamar al 3394949 Ext. 4851.

La Firma Electrónica es Esencial en los Negocios

La Firma Electrónica es Esencial en los Negocios
20/05/2009

Por Nelson Remolina Angarita*

El Ministerio de Comercio, Industria y Turismo publicó recientemente el texto del proyecto “Por el cual se reglamenta la firma electrónica”, cuyo texto su puede consultar en:
http://www.mincomercio.gov.co/eContent/NewsDetail.asp?ID=6835.
Esta iniciativa y el entorno de nuestra sociedad merecen algunos comentarios.

Colombia lleva 10 años hablando de firmas digitales (Ley 527 de 1999) pero estas no se han masificado. Su alto precio las ha convertido en un artículo de lujo. Este es una barrera de acceso y la ha transformado en un instrumento excluyente de acceso muy limitado a la mayoría de la población.

La firma digital no es la maravilla, ni 100% segura. Tampoco es plena prueba de que una persona firmó, sólo de que para firmar se utilizó la clave privada de cierta persona (que no es lo mismo). Adicionalmente, la firma digital fue la respuesta tecnológica que se dio a los colombianos desde hace 10 años. La tecnología evoluciona rápidamente y es factible que hoy en día la firma digital sea tildada de obsoleta. Esto no sucede con la firma electrónica pues de entrada se ha concebido como un medio 100% neutral pensado para perdurar a lo largo de tiempo y a tono con los avances tecnológicos o el estado de la técnica de cada época.

En la práctica pueden existir firmas electrónicas o mecanismos aún más seguros que la propia firma digital avalada por una entidad de certificación abierta. En efecto, con el mero uso de la firma digital podemos establecer que durante el proceso de firma se utilizó la clave privada del titular de la firma digital pero no se puede asegurar que dicha persona fue quien efectivamente firmó. Es como cuando una persona va a un cajero electrónico y digita una clave personal. Salvo que existan cámaras de video en el cajero, el banco siempre asumirá que la clave la digitó el titular de la tarjeta debito pero no puede asegurar que efectivamente fue así.

La firma electrónica, en cambio, se ha venido utilizando en el mundo desde la década de los 60 bajo el contexto de los acuerdos EDI a que se refiere el decreto. En otras palabras, el tiempo se ha encargado de demostrar que desde los inicios del comercio electrónico la firma electrónica ha sido el instrumento empleado por los empresarios para identificarse y emitir documentos electrónico, mensajes de datos auténticos, etc.

Considero muy positiva y saludable la iniciativa para el país porque es neutral (existen dudas de si la firma digital es neutral), no da privilegios a nadie y, sobre todo, es consistente con estándares internacionales y con la misma ley 527 en lo pertinente. Fíjense cómo el texto del proyecto sigue muy de cerca los siguientes documentos: (1) Ley Modelo de la CNUDMI sobre Firmas Electrónicas con la Guía para su incorporación al derecho interno, 2001, (2) RECOMENDACIÓN DE LA COMISIÓN de 19 de octubre de 1994 relativa a los aspectos jurídicos del intercambio electrónico de datos, (3) Convención de las Naciones Unidas sobre la Utilización de las Comunicaciones Electrónicas en los Contratos Internacionales, 2005.

El decreto es necesario para la mayoría de la población colombiana y las empresas. Para un experto o profesor de comercio electrónico seguramente no lo es, ues si bien el artículo 7 de la ley 527 de 1999 consagra la firma electrónica, la mayoría de la población cree que en Colombia sólo existe y es válida la firma digital. De hecho, en algunas ocasiones he escuchado personas que todavía creen que en Colombia sólo es válida jurídicamente la firma digital y descartan, de plano, la firma electrónica. Esta afirmación y posición desconoce nuestra ley, la jurisprudencia y conceptos de algunas entidades públicas.

Me parece que el decreto abre los ojos a los neófitos del tema para que también exploren la firma electrónica como medido de identificación masivo en el contexto digital. Adicionalmente, pone a Colombia a tono con los países o bloques económicos con los que está suscribiendo tratados de libre comercio. En Estados Unidos y en Europa las leyes se refieren a la firma electrónica.

También es muy positivo, entre otros, la consagración en el proyecto de lo atinente a los acuerdos EDI pues actualmente un porcentaje importante de los negocios electrónicos se realiza en mercados electrónicos cerrados (e-marketplaces) cuyo soporte jurídico son dichos acuerdos. Otra cosa favorable del proyecto de decreto es que deja intacta toda la regulación sobre firmas digitales. De esta manera, se le abre al país una baraja de posibilidades de identificación tecnológica y se permite a las empresas y a los consumidores seleccionar el mecanismo más apropiado para cada necesidad particular.

Finalmente, vale la pena considerar algunos aspectos que a continuación transcribo de un estudio de este año (2009) realizado por la UNCITRAL o CNUDMI de la Organización de las Naciones Unidades (ONU), cuyo título es el siguiente: “Fomento de la confianza en el comercio electrónico: cuestiones jurídicas de las utilización internacional de métodos de autenticación y firmas electrónicas”(1).

Dice el estudio que:

“la firma digital funciona bien como un medio para verificar las firmas que se crean durante el período de validez de un certificado. Sin embargo, cuando el certificado caduca o se revoca la clave pública correspondiente pierde validez (…). Por ello, todo mecanismo de ICP requeriría un sistema de gestión de la firma digital para asegurar que la firma siga disponible a lo largo del tiempo”(2) (destaco)

“Un volumen importante de operaciones comerciales electrónicas se lleva a cabo en redes cerradas, es decir, en grupos con un número limitado de participantes a los que pueden acceder únicamente personas o empresas previamente autorizadas”(3). (Destaco). Un ejemplo que se cita de este tipo de redes son las instituciones financieras, las bolsas de valores, etc.

En conclusión, el Gobierno debería convertir en decreto el texto del proyecto publicado.

Contamos con otros medios electrónicos de identificación que pueden ser más seguros y dar mayor certeza de origen que las firmas digitales. No podemos equivocarnos en sostener que la firma digital debe utilizarse para todo. Si se trata de una cuestión de seguridad, pues con ese argumento todos los ciudadanos deberíamos movilizarnos en carros blindados y con escoltas.

Existen escenarios en que la firma electrónica es más pertinente que la firma digital y lo contrario. Esta debe ser una decisión libre del empresario o una entidad pública y no una imposición legal o un discurso propagandístico en pro de la firma digital. En todo caso, no se debe cerrar jurídicamente la puerta al uso de la firma electrónica ni avalar un monumento ciego y acrítico de adoración perpetua a la firma digital.

(1) ISBN 978-92-1-133663-4. Disponible en http://www.uncitral.org/pdf/spanish/publications/sales_publications/Promoting_confidenceS.pdf
(2) ONU/UNCITRAL. Ob cit. Pág. 26
(3) ONU/UNCITRAL. Ob cit. Pág. 37

* NELSON REMOLINA ANGARITA
Profesor Asociado
Director de la Especialización en Derecho Comercial
Director del GECTI (Grupo de Estudios en Internet, Comercio Electrónico, Telecomunicaciones e Informática) http://gecti.uniandes.edu.co/
Facultad de Derecho de la Universidad de los Andes