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terça-feira, 26 de julho de 2011

Mercadante quer uso do FOCEM na Inovação do Mercosul

Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante quer recursos de fundo do Mercosul para projetos de ciência, tecnologia e inovação!

Mercadante quer FOCEM na Inovação do Mercosul

O Brasil quer fazer parcerias com o Uruguai para expandir as redes de banda larga destinadas à transmissão de dados de estudos científicos e tecnológicos, tais como a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), além de criar um centro binacional para produzir software livre (com a formação de recursos humanos) e um centro binacional de doenças tropicais.

Ministro da Ciência e Tecnologia: Aloizio Mercadante

A afirmação é do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que está em Montevidéu participando do Encontro Documental de Televisões Latino-Americanas e do seminário Diálogo Brasil-Uruguai em Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura. Segundo o ministro, a intenção é usar o Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem) em pesquisa e desenvolvimento.

Mercadante lembra que o Focem é redistributivo e inversamente proporcional ao Produto Interno Bruto (PIB) per capita de cada país do bloco. O Brasil, que tem a economia mais forte entre os parceiros do Mercosul, recebe menos. Para os três próximos anos, o Uruguai terá US$ 140 milhões do Focem. No total, o Focem terá US$ 1 bilhão até 2016.

“A estrada do futuro é a internet”, disse Mercadante defendendo o uso de recursos para ciência e tecnologia. O Uruguai já concluiu a inclusão digital de todas as escolas públicas e distribuiu um computador portátil para cada aluno. O país vizinho também participa do projeto Mercosul Digital, para criação de protocolos e procedimentos para estimular comércio digital na internet para pequenas e médias empresas, por isso o Brasil o considera um parceiro estratégico nessa área.

O ministro avalia que é hora de se desenvolver projetos de ciência e tecnologia, que integrem cadeias produtivas e que reduzam as desigualdades e assimetrias no Mercosul, a exemplo do que já foi feito na União Européia. Mercadante sugeriu que o Mercosul aproveite a integração para estruturar sua indústria de medicamentos. “Queremos uma integração, no futuro, em áreas mais estratégicas, como fármacos e saúde pública”.

“Nós precisamos de parcerias para internacionalizar a ciência, para tocar experiências de tecnologia, para criar patentes, para regulação na área de fármacos, para desenvolver os genéricos”, acrescentou o ministro, em conversa por telefone com a Agência Brasil. Como o Brasil, o Uruguai e também a Argentina e o Paraguai são extremamente dependentes do fornecimento estrangeiro de matéria-prima para produção de medicamentos e de equipamentos clínicos.

Fonte: Agência Brasil

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Mercosul Digital é capa da revista America Economia

A entrevista a Gerson Rolim, coordenador brasileiro de Comércio Eletrônico, é matéria de Capa da revista America Economia.

Veja a íntegra da versão eletrônica da revista abaixo:

Veja mais em Blog da Economia Digital

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Mercosul Digital e a RedClara

Segundo a edição de dezembro/09 do do boletim da Rede Clara, este ano teve início o Projeto Mercosul Digital

O projeto conta com 45 meses de duração e executado em quatro países sul-americanos, com co-financiamento da Comissão Europeia, visa promover políticas e estratégias comuns para o bloco do Mercosul na área da sociedade da informação a fim de reduzir o desnível digital e as assimetrias em matéria de tecnologia da informação e comunicações na região.

Union Europea

Formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, o Mercosul é considerado o terceiro bloco comercial mais bem sucedido do mundo. Seus principais objetivos são a livre circulação de bens, serviços e fatores produtivos entre os países, o estabelecimento de uma tarifa externa comum e a adoção de uma política comercial comum. Também visa coordenar as políticas macroeconômicas e setoriais entre os Estados integrantes e à harmonização das legislações, a fim de fortalecer o processo de integração.

Elemento importante para atingir estes objetivos é o desenvolvimento tecnológico da nossa região. Não só para os benefícios que a pesquisa em redes avançadas pode oferecer ao Comércio Digital, mas porque o desenvolvimento tecnológico em si, é um trunfo para o continente. Seguindo esta idéia, em 2004 foi apresentada a proposta do projeto chamado Mercosul Digital. Hoje esta é uma realidade que promete, com a ajuda de RedClara (CLARA), contribuir para o desenvolvimento da América do Sul.

Mercosul em Rede

O Mercosul Digital é uma realidade graças ao esforço e dedicação dos participantes de diferentes países. Como afirma Marta Pessoa, diretora do projeto, “tudo começou em 2004, quando duas instâncias do Mercosul, RECyT e SGT-13, uniram seus interesses para reduzir as assimetrias dentro do bloco, para projetar a aprovação de projeto nessa linha”. Em 2006, foi desenhado o projeto final e em 2008 tornou-se oficial de financiamento da União Europeia e de quatro países do bloco do Mercosul. Em 13 de abril de 2009 se iniciou a fase de execução do projeto. “Este tem sido um grande desafio porque envolve a colaboração entre equipes de quatro países que tinham a tarefa de conciliar os interesses nacionais com o bloco do Mercosul. Acho que este projeto representa um grande desafio porque foi mais um exercício de integração entre esses países”, diz Marta Pessoa.

O projeto em si tem dois componentes temáticos: a escola virtual e o Comércio Eletrônico. Neste sentido, espera-se alcançar resultados em quatro dimensões: a dimensão da educação contínua, que visa criar uma Escola Virtual do Mercosul e a criação de uma estrutura de conexão para o Paraguai; o diálogo político e regulatório, que tem entre suas metas de regulação as redes antispam e antifraude, assim como a proteção de dados pessoais; a infraestrutura, cujo objetivo é a implementação de senhas públicas e certificados digitais; e a dimensão dos serviços e aplicações, que visa criar uma plataforma e-commerce e um Hub e-logístico.
Por agora o projeto está em sua fase inicial. “Está sendo realizada uma licitação preliminar para a contratação de especialistas que definam estratégias e modelos a serem adotados para os dois lados”, diz a diretora.

Union Europea 2

Embora este ponto tenha implicado em um grande esforço, ainda há algum caminho a percorrer. Entre os objetivos de longo prazo estão o crescimento econômico e tecnológico dos países do Mercosul. Neste sentido, Pessoa afirma: “Esperamos que os resultados alcançados na área do comércio eletrônico permitam o crescimento efetivo do comércio dentro do bloco. Além disso, criamos a rede no aspecto de formação para se sustentar e integrar as iniciativas similares na América do Sul”.

A participação de RedClara (Rede de Cooperación Latino Americana de Redes Avazadas)

RedCLARA Como em muitos outros projetos que buscam o desenvolvimento de redes avançadas na região, CLARA dá um apoio importante para a implementação do Mercosul Digital. Em primeiro lugar, Mark Urban, Gerente de Administração e Finanças de CLARA, foi nomeado e estava atuando como um Contabilista do projeto na primeira fase até o final de 2009. Além disso, assim como o próprio Mark diz, “CLARA tem acompanhado a parte administrativa do Mercosul Digital, em particular, e fornecendo ajuda à abertura da conta do Projeto no Uruguai e apoio nas relações com a Delegação da Comissão Europeia, que é responsável por supervisionar o projeto. Por outro lado, CLARA também fornece suporte em termos de ‘expertise’ em especial para os processos de licitação da Comunidade Europeia, ou de prestação de contas”.

CLARA é um observador atento do projeto, por sua temática, e se pretende no futuro, de forma mais ativa, apoiar mais ativamente seu desenvolvimento e implementação. Espera-se que o projeto dê apoio e fortaleça a conectividade avançada no Paraguai e permita que a rede nacional do Paraguai se conecte à RedCLARA. A vertente da Escola Virtual do Projeto também poderá se beneficiar das comunidades de pesquisa e educação para desenvolver atividades no âmbito de CLARA. Além disso, o projeto contribuirá para o desenvolvimento da base política regional do ciberespaço”, conclui Urbano.

De sua parte, RedCLARA desempenha, como disse Marta Pessoa, um papel fundamental na criação e implementação deste projeto. “A infraestrutura de conexão fornecida pela RedCLARA é o que torna possível a implementação de redes de formação virtual. Também para a área do comércio eletrônico. Qualquer aspiração de estender os resultados do projeto para toda a América Latina seria impossível sem esta rede”. A possibilidade de ampliar o projeto é de a longo prazo. “Apesar de que, atualmente, os beneficiários diretos do projeto são membros do Mercosul, numa fase posterior, esperamos replicar o modelo do projeto para outros países da América Latina”, finaliza Marta Pessoa.

sábado, 28 de novembro de 2009

Mercosul Digital fala sobre Exportação e Linhas de Financiamento para Compra e Venda Internacional

Informações levam empresário a aderir ao Comércio Eletrônico.

Carrinho Wellington de Castro é proprietário de uma oficina mecânica e loja de autopeças em Taguatinga, a Mekatronik Serviços Automotivos. No mercado há três anos, ele compra peças pela Internet até no exterior. O empresário reconhece a força do Comércio Eletrônico e sempre teve vontade de participar dele não só como comprador, mas também como vendedor. O que faltava era informação. Isso até ele participar do Ciclo MPE.net 2009Ciclo de Seminários de Comércio Eletrônico para Micro e Pequenas Empresas, realizado em Brasília em 29/10/09, e receber as orientações necessárias para levar sua loja para o mundo virtual.

O seminário faz parte do Roadshow nacional, promovido há 06 anos pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), em parceria com o Sebrae, os Correios e o projeto Mercosul Digital, que percorre o país estimulando a inserção das micro e pequenas empresas no Comércio Eletrônico. Durante as palestras são apresentadas ferramentas de marketing e de logística que possibilitam a utilização da rede mundial de computadores como um poderoso instrumento de vendas sem a necessidade de grandes investimentos de recursos.

Depois de conhecer os conceitos, ferramentas e estratégias fundamentais para o sucesso do empreendedorismo na Internet, o empresário ficou convencido de que é um meio seguro de fazer negócios e que é completamente viável participar do comércio virtual. "A venda no balcão é limitada. É restrita a um grupo pequeno de consumidores. Na Internet posso aumentar substancialmente meu volume de vendas e o faturamento da empresa e, ainda, divulgar os serviços da oficina", afirmou.

O empreendedor já começou a colocar em prática os ensinamentos, já está fazendo algumas modificações no site da empresa para adaptá-lo para as vendas e começa a se preparar para abrir novos mercados e fazer negócios pela rede. "Possuo peças difíceis de ser encontradas no mercado e vou disponibilizá-las na Internet como atrativo para loja", disse. "Quero começar 2010 já participando do Comércio Eletrônico", garantiu.

Desde que começou a fazer compras pela Internet, Wellington já chegou a fazer pagamentos de produtos que não recebeu e a experiência o deixava inseguro para participar do comércio eletrônico. Isto até receber orientações precisas sobre pagamento online que, segundo avaliou, vão lhe garantir fazer compras mais seguras pela Internet. "Aprendi a identificar se a loja existe e se o vendedor é idôneo. O conhecimento disponibilizado vai me ajudar a me precaver também como comprador", disse.

Assim como Wellington, cerca de 200 empresários de micro e pequenas empresas da capital receberam informações sobre temas variados:

  • Introdução ao Comércio Eletrônico;
  • Infraestrutura do e-commerce (Hardware, Banda Larga, Registro de Domínio, Hospedagem e Lojas Virtuais);
  • Meios de Pagamento (Cartão de Crédito e Pagamento Online); Logística (Entrega de Produtos);
  • Webmarketing (Links Patrocinados, Comparação de Preços, Cruzador de Ofertas, Shopping Online e Publicidade Online);
  • Exportação e Linhas de Financiamento (Mercosul Digital, Exporta Fácil dos Correios - Portal da Exportação e Entrega Internacional e Linhas de Financiamento do Banco do Brasil).

"Pra mim tudo era novidade, então fiquei em todas as palestras e aproveitei ao máximo todas as informações oferecidas", declarou.  Depois do que ouviu, Wellington decidiu procurar o Banco do Brasil para buscar mais informações sobre importações e exportações, que é uma área de interesse do empresário, e o Sebrae no Distrito Federal para ajudá-lo a implantar os ensinamentos que o farão abrir sua loja para o mundo.

Exporta

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Quantidade de usuários de Banda Larga por meio de TVs por assinatura cresce 43% no Brasil em 2009

Crystal_Clear_app_Internet_Connection_ToolsQuantidade de conexões à Internet em Banda Larga no Brasil, baseadas nos serviços oferecidos pelas empresas de TV por Assinatura, cresceu 43% no primeiro trimestre de 2009, se comparado com o mesmo período do ano passado. Agora o país conta com 2,8 milhões de assinantes.

Esta informação foi divulgada pela Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) e pelo Sindicato das Empresas de TV por Assinatura (Seta).

De acordo com a ABTA, a base total de assinantes de TV Paga cresceu 17,6% em relação ao mesmo período de 2008, chegando a 6,4 milhões de domicílios em todo o Brasil.

Ainda de acordo com a associação, o faturamento bruto da indústria de TV por Assinatura foi de R$ 2,5 bilhões nos primeiros três meses – incluindo faturamento publicitário –, o que significa um incremento de 27% em relação ao mesmo período do ano passado.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

4to. Business & Innovation Trends - 2 de junio 19 hs. La Plata - Argentina

BITrends te invita a participar del 4to Encuentro de Innovación Tecnológica y Negocios el Martes 2 de Junio de 2009, a las 19:00, en el Auditorio del Centro Cultural Islas Malvinas. Cito en calle 19 y 51, La Plata.

Organizan:
DISTRITO INFORMÁTICO DEL GRAN LA PLATA Y FENIX BURSATIL.

Dirección:
Centro Malvinas - 19 y 51.

OBJETIVO:
Generar un espacio de encuentro para difundir las nuevas tendencias tecnológicas, modelos de negocio innovadores, emprendedorismo, inversión y financiamiento de innovaciones.

DIRIGIDO A:
Empresarios, profesionales, técnicos, desarrolladores y diseñadores informáticos, inversores de riesgo, emprendedores y consultores tecnológicos, estudiantes y personas interesadas en negocios que apliquen al desarrollo de nuevas tecnologías.

PROGRAMA DE CONFERENCIAS:
TALLER: “VALUACIÓN DE EMPRESAS WEB 2.0, MODELOS, CRITERIOS E INDICADORES QUE MIRA EL MERCADO Y EJEMPLOS DE APLICACIÓN.”

  • A cargo de Gerardo Saporosi, Presidente de FRANCHISING GROUP, consultora de estrategia comercial, y Presidente de AFINCORP, consultora especializada en fusiones y adquisiciones. Profesor de Plan de Negocios en el MBA de la Universidad de Belgrano;
  • (http://www.fgroup.com.ar).


CHARLA TÉCNICA:“PRIMERA PLAZA WI-FI DE LA PLATA, EXPERIENCIAS EN EL LA INSTALACIÓN DE INTERNET PÚBLICA EN LA PLAZA MORENO.”

  • A cargo de César Grisotto, de la empresa i-Winds, Internet y Comunidad Inalámbrica, empresa miembro del DILP responsable del desarrollo e implementación del proyecto;
  • (http://www.iwinds.com.ar).


NETWORKING:
Al finalizar las conferencias se ofrecerá un “snack-party” para facilitar el “people networking” que tiene por finalidad la vinculación de los asistentes en un ambiente distendido y abierto a las oportunidades de negocios.

REGÍSTRESE SIN CARGO:
Cupos limitados, se requiere inscripción previa en: http://eventioz.com/events/4to-business-and-innovation-trends.

Más info en www.bitrends.com.ar.

sábado, 23 de maio de 2009

Netbook impulsionará Banda Larga Móvel

Segundo a Pyramid Research, grande adoção de Netbooks será positiva para os serviços de Banda Larga Móvel Na América Latina

Ver imagem em tamanho grandeO aumento nas vendas de netbooks nos próximos cinco anos resultará no crescimento da demanda por serviços de Banda Larga Móvel e abrirá novas oportunidades para as operadoras de telefonia móvel, já que a tendência é os consumidores atrelarem o uso desses laptops ultracompactos de baixo custo à banda larga móvel, de acordo com um estudo feito pela consultoria Pyramid Research.

Segundo a análise, os netbooks contribuirão para a maior adesão à Internet em Banda Larga nas camadas sociais mais baixas nos países emergentes, se tornando uma importante fonte de receita para as operadoras, que criarão novos serviços de banda larga.

Um dos novos serviços deve ser a “Banda Larga Móvel pré-paga”, modalidade de serviço que algumas operadoras no Brasil já estão oferecendo e que tende a alcançar uma grande demanda, principalmente entre a populção de baixa renda.

"Os netbooks trarão um impacto positivo para as operadoras, que já poderão obter mais receita com os serviços de Banda Larga", afirmou Cristiano Laux, gerente de pesquisa da Pyramid.

Segundo ele, nos países de baixa renda das regiões da Ásia-Pacífico, da América Latina e da Europa, Oriente Médio e África (chamada de EMEA), a maior parte do impacto incremental nas vendas de netbooks será percebido apenas quando o preço dos equipamentos diminuír para menos de US$ 350, o que é esperado para acontecer até o final de 2009.

O estudo aponta que os fabricantes de computadores não estão satisfeitos com a canibalização e a pressão sobre os preços dos laptops tradicionais gerada pelos netbooks. "Por enquanto, eles estão aceitando conviver com a ameaça, temendo que, sem netbooks, a recessão que atingiu as vendas de computadores seja mais intensa do que está sendo", avaliou Laux, deixando a entender que isso deve mudar no longo prazo.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

América Latina en busca de la conexión

Infraestructura

Los gobiernos de la región son concientes de que las telecomunicaciones tienen un rol fundamental en la competitividad y el desarrollo económico y social de sus países. Por ello, es un sector que avanza, pero aún falta por hacer.

A partir de la década de los ’90 las telecomunicaciones empezaron a copar las agendas de los gobiernos de América Latina, aunque de forma precaria -y de acuerdo a las tecnologías de la época- las medidas apuntaron a la apertura de los mercados y a permitir el ingreso de nuevos servicios.

El 17 de mayo se celebra el Día Mundial de las Telecomunicaciones y de la Sociedad de la Información y en ese contexto la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal) señaló la necesidad de aumentar el uso y acceso a las tecnologías de la información y las comunicaciones (TIC), capacitar a los usuarios, y generar aplicaciones y contenidos, por su impacto para el desarrollo y la inclusión social.

Es que los Gobiernos han tomado conciencia respecto de los beneficios que las telecomunicaciones son para el crecimiento de sus economías y el desarrollo de sus países. El desafío es ampliar la cobertura, mejorar el servicio y reducir la brecha y aumentar la inclusión de los sectores de menos recursos. En esos sentidos, pese a los avances y las inversiones que se realizan en el sector, aún quedan tareas pendientes, tanto en recursos como en el ámbito regulatorio.

Para Mario Cimoli, jefe de la Unidad de Innovación y Tecnología de la División de Desarrollo Productivo y Empresarial de la Cepal, “la mayoría de los países de la región ya tiene este tema dentro de la agenda pública. Sin embargo, los grados de avance son bastante heterogéneos, ya que mientras en algunos países se están implementando reformas específicas en materia de uso del espectro, numeración, portabilidad numérica. En otros recién se está discutiendo cómo enfocar estos temas” explicó a AméricaEconomía.com.

Los avances. América Latina ha realizado importantes esfuerzos en el desarrollo del acceso a las TIC, lo que se ha notado principalmente en la penetración de telefonía móvil, no obstante, “a pesar de estos esfuerzos, la brecha digital se incrementa cuando hablamos de tecnologías más avanzadas, como por ejemplo Internet de banda ancha, cuya tasa de penetración en la región es de 3% de la población versus 22% un en Europa”.

Y explicó que por sus diferentes niveles de desarrollo, los países de la región muestran bastante heterogeneidad en cuanto al acceso a las TIC. A 2007, según datos de la Unión Internacional de Telecomunicaciones (UIT), los países de América Latina que presentan mayores niveles de penetración de servicios de telefonía fija, móvil e Internet son Brasil, Chile, México y Argentina.

En cuanto al nivel de penetración de banda ancha estos países registran tasas de 4% para Brasil y México, y 8% y 7% para Chile y Argentina, tasas por encima del promedio regional.

“Al interior de los países, la brecha digital se hace más preocupante. Esta brecha es determinada por condiciones socioeconómicas, tales como el nivel de ingresos y la educación, así como por aspectos de ubicación geográfica”, explicó el experto.

Según datos del Observatorio para la Sociedad de la Información en América Latina y el Caribe (Osilac) de la Cepal, el acceso a Internet en los hogares del segmento más rico de la población supera en 30 veces al acceso del segmento más pobre (en 11 de 14 países para los cuales se dispone de datos). Por ejemplo, en el caso de Brasil en 2007, en el quintil 5, el 52% de los hogares posee Internet, en contraposición con el quintil 1 que apenas alcanza el 2%.

El promedio de acceso a computador en los hogares de áreas urbanas es nueve veces más alto que el acceso a computador en los hogares de zonas rurales. Por ejemplo en Perú la tenencia de computador en los hogares urbanos es de 21% en 2007, en tanto que en los hogares rurales esta tasa alcanza el 1%.

Según el ranking de infraestructura 2008, realizado en conjunto por AméricaEconomía Intelligence y la consultora CG/LA, los puntajes en telecomunicaciones mejoraron en forma significativa en todos los países. Aunque los resultados siguen siendo dispares, mientras Brasil, Chile y Colombia lideran los conteos, mucho más abajo están países como Bolivia y Ecuador.

El rol del Gobierno. Las telecomunicaciones es el sector de la infraestructura que presenta mayor participación de privados. “Tiene un rol fundamental en el desarrollo, ya que es el actor que realizada inversiones significativas, tanto en el despliegue de infraestructura como en la investigación y desarrollo de nuevas tecnologías y servicios”, explicó Simoli.

Sin embargo, detalló que la tendencia parecería ser la liberalización de mercados y la eliminación de barreras artificiales de ingresos a los mismos, privilegiándose las políticas de competencia. Asimismo, la implementación de políticas de acceso compartido en las zonas en las que por condiciones ya sea de oferta o de demanda se requiere de una intervención más directa del Estado.

El Estado ha adoptado más bien un rol complementario al del sector privado y orienta sus actuaciones principalmente a la supervisón y regulación de la provisión de los servicios. “Hay zonas rurales en las que existen importantes limitaciones tanto de oferta como de demanda, que limitan el acceso a los servicios de telecomunicaciones. En tales casos, se plantea la posibilidad de la intervención pública para el financiamiento directo de infraestructura y provisión de servicios”, agregó el experto.

En esa línea, las políticas públicas adoptadas en telecomunicaciones tienen dos aspectos, por un lado las políticas regulatorias y de competencia, y por otro lado las políticas públicas asociadas al tema de acceso universal, que buscan principalmente promover el acceso equitativo de la población a estos servicios.

Según precisó Cimoli, respecto al segundo aspecto “muchos gobiernos de la región están trabajando en la revisión de sus políticas en cuanto a la redefinición de los servicios a los que se busca tener acceso, y al establecimiento de mecanismos de financiamiento para la provisión sostenible de los servicios en sectores vulnerables de la población”.

Y agregó que la tendencia en el sector de las telecomunicaciones es la del despliegue de redes de nueva generación e implementación de servicios convergentes que utilizan a Internet como principal plataforma. Sin embargo, la crisis económica mundial, podría ralentizar la implementación efectiva de las mencionadas redes y servicios.

Cimoli es categórico: “La evolución del sector dependerá en buena medida de la situación y salud financiera de las empresas del sector y de las políticas públicas que se adopten en esta materia”.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Internet móvil crece 673% en la América Latina

De acuerdo con la Opera Software, la América Latina fue la región cual el uso de Internet móvil presentó mayor crecimiento anual, este fue de 673% entre marzo de este ano y el mismo mes de 2008. El número de usuarios únicos en el período, en los diez países con mayor crecimiento en esa área, saltó 164%, en cuanto el número de transferencias de dados subió 510%.

Fue justamente en la América Latina, que el Opera Mini, navegador de internet móvil de la Opera Software, registró el mayor crecimiento.

De acuerdo con estudio hecho por la propia empresa, Chile, que ocupaba la nona posición en la área saltó para la primera, y el Opera Mini presentó un crecimiento de más de 3.200% en lo país, en una comparación ano a ano. Brasil, México e Venezuela, que viene en la secuencia en el ranking de la América Latina, también tuvieran avanzo acelerado.

Internet móvel cresce 673% na América Latina

Segundo a Opera Software, a América Latina foi a região na qual o uso de Internet móvel apresentou maior crescimento anual, que foi de 673% entre março deste ano e o mesmo mês de 2008. O número de usuários únicos no período, nos dez países com maior crescimento nessa área, saltou 164%, equanto o número de transferências de dados subiu 510%.

Foi justamente na América Latina, que o Opera Mini, navegador de internet móvel da Opera Software, registrou o maior crescimento.

De acordo com estudo feito pela própria empresa, o Chile, que ocupava a nona posição na área saltou para a primeira, e o Opera Mini apresentou um crescimento de mais de 3.200% naquele país, numa comparação ano a ano. Brasil, México e Venezuela, que vêm na sequência no ranking da América Latina, também tiveram avanço acelerado.